segunda-feira, 25 de maio de 2009

O PS continua tratar-nos da saúde


O serviço de Cirurgia Cardiotorácica dos Hospitais da Universidade de Coimbra, é um modelo dentro deste hospital, e é uma referência no nosso país e no estrangeiro. Sem listas de espera, altamente profissional o modelo criado devia servir de exemplo para outros serviços para outros hospitais.
Infelizmente neste país e neste sistema, competência, dedicação e profissionalismo são qualidades a abater e como tal a administração socialista que governo os HUC quer nivelar por baixo um dos poucos departamentos de saúde que funciona neste país. Sabemos quão solícito a cumprir ordens do ministério é o administrador dos HUC, todos sentimos na pele a sua politica de terra queimada no que toca ao fecho de unidades de saúde, quando desempenhou funções na Administração Regional. Cumpriu bem as ordens de Lisboa, com um grande zelo e dedicação.
Tem razão o Dr.: Manuel Antunes em querer bater com a porta o que lhe estão a fazer é a paga pelo seu profissionalismo, competência e dedicação, ou então está a pagar pelo seu amor a Coimbra, nomeadamente no que em comum fazemos a luta contra o “negócio” da co-incineração.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Ken Robinson: Escolas matam a criatividade? (parte 2/2)

Ken Robinson: Escolas matam a criatividade? (parte 1/2)

Movimento invoca nulidade de acórdão



O movimento de cidadãos que contesta a co-incineração em Souselas, Coimbra, invocou a nulidade do acórdão do Supremo Tribunal Administrativo (STA) que admitiu os recursos do Ministério do Ambiente e da Cimpor, alegando tratamento desigual.


Em causa está um acórdão do STA, do passado dia 7, que admite recursos apresentados pela cimenteira Cimpor e pelo Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional à decisão do Tribunal Central Administrativo (TCA) Norte de suspender a co-incineração de resíduos industriais perigosos (RIP) em Souselas.

Em declarações hoje à agência Lusa, o advogado Castanheira Barros disse que o STA, em acórdão datado de 07 de Maio, “afirma que não houve contra-alegações [do Grupo de Cidadãos de Coimbra] mas elas estão no processo, são 30 páginas”, argumentou.

O causídico justifica a invocação da nulidade do acórdão pela “contradição entre os fundamentos e a decisão”.

“Decidiu-se que não havia contra-alegações e os factos dizem o contrário. Não houve igualdade de tratamento”, criticou.

O movimento de cidadãos alega ainda ter existido “omissão de pronúncia” no acórdão.

“O Supremo Tribunal Administrativo não se pronunciou sobre as nossas alegações”, disse, manifestando-se convicto de que o acórdão “deverá ser declarado nulo”.

Explicou que a invocação de nulidade, entregue segunda-feira, impede que o processo seja redistribuído para ser julgado, sendo analisada pelos mesmos três juízes que proferiram o acórdão, que terão de elaborar um novo, caso o anterior seja declarado nulo.

Segundo Castanheira Barros, mesmo que o tribunal admita os dois recursos do Ministério do Ambiente e da Cimpor “não significa que os mesmos venham a ser julgados favoravelmente”.

“A co-incineração em Souselas continua suspensa até os recursos serem julgados”, sublinhou.

O denominado Grupo de Cidadãos de Coimbra interpôs uma acção no Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra para impedir a queima de resíduos industriais perigosos na cimenteira de Souselas, mas a decisão foi-lhe desfavorável.

Recorreu então para o Tribunal Central Administrativo - Norte, que atendeu às alegações apresentadas e suspendeu o processo.

Segundo Castanheira Barros, a interrupção do processo foi conseguida por via indirecta, pedindo a suspensão da eficácia das licenças ambiental, de instalação e de exploração.
notícias da mesma secção.

ESTA MENSAGEM VALE A PENA DIVULGAR!

ESTA VALE A PENA DIVULGAR!!! É uma verdadeira vergonha...
«...batendo as asas pela noite calada... vêm em bandos, com pés de veludo...» Os Vampiros do Século XXI:
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos seus clientes mais modestos uma circular que deveria fazer corar de vergonha os administradores – principescamente pagos – daquela instituição bancária.
A carta da CGD começa, como mandam as boas regras de marketing, por reafirmar o empenho do Banco em oferecer aos seus clientes as melhores condições de preço qualidade em toda a gama de prestação de serviços, incluindo no que respeita a despesas de manutenção nas contas à ordem.
As palavras de circunstância não chegam sequer a suscitar qualquer tipo de ilusões, dado que após novo parágrafo sobre racionalização e eficiência da gestão de contas, o estimado/a cliente é confrontado com a informação de que, para continuar a usufruir da isenção da comissão de despesas de manutenção, terá de ter em cada trimestre um saldo médio superior a EUR1000, ter crédito de vencimento ou ter aplicações financeiras associadas à respectiva conta.
Ora sucede que muitas contas da CGD, designadamente de pensionistas e reformados, são abertas por imposição legal.É o caso de um reformado por invalidez e quase septuagenário, que sobrevive com uma pensão de EUR243,45 – que para ter direito ao piedoso subsídio diário de EUR 7,57 (sete euros e cinquenta e sete cêntimos!) foi forçado a abrir conta na CGD por determinação expressa da Segurança Social para receber a reforma.Como se compreende, casos como este – e muitos são os portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza – não podem, de todo, preencher os requisitos impostos pela CGD e tão pouco dar-se ao luxo de pagar despesas de manutenção de uma conta que foram constrangidos a abrir para acolher a sua miséria.
O mais escandaloso é que seja justamente uma instituição bancária que ano após ano apresenta lucros fabulosos e que aposenta os seus administradores, mesmo quando efémeros, com «obscenas» pensões (para citar Bagão Félix), a vir exigir a quem mal consegue sobreviver que contribua para engordar os seus lautos proventos.
É sem dúvida uma situação ridícula e vergonhosa, como lhe chama o nosso leitor, mas as palavras sabem a pouco quando se trata de denunciar tamanha indignidade.
Esta é a face brutal do capitalismo selvagem que nos servem sob a capa da democracia, em que até a esmola paga taxa.Sem respeito pela dignidade humana e sem qualquer resquício de decência, com o único objectivo de acumular mais e mais lucros, eis os administradores de sucesso.
Medita e divulga... Mas divulga mesmo por favor...
Cidadania é fazê-lo, é demonstrar esta pouca-vergonha que nos atira para a miserabilidade social. Este tipo de comentário não aparece nos jornais, tv's e rádios...
Porque será???
Eu já fiz a minha parte. Faz a tua.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Nasceu o Blog do Partido socialista de Cantanhede


Nasceu este Blog socialista e saúdo como sempre este tipo de iniciativas. Mas claro que, como militante, não posso de deixar aqui o registo de Vituapen, o qual subescrevo e apoio com mágoa minha. Mas a iniciativa é bem vinda e espero que os dirigentes do partido socialista cá da terra tirem as suas conclusões.

virtuapen disse...
"Como é possível o PS em Cantanhede querer ser alternativa quando não consegue, dentro de portas, ser aquilo que apregoa aos sete ventos (partido pluralista e respeitador das diferentes opiniões de cada um)?Como pode o PS ser alternativa em Cantanhede, quando não consegue criar um grupo de pessoas, com capacidades intelectuais e fisicas para serem a imagem do partido?Como pode o PS ser alternativa em Cantanhede quando mantém uma postura de total distanciamento do eleitorado durante três anos e meio e só na fase de pré campanha se apresenta e se mostra à população?...Muitas outras questões se poderiam colocar relativamente ao PS de Cantanhede, provavelmente colocá-las-ei no futuro, noutros momentos, mas uma coisa para mim hoje é certa, não é com uma postura de arrogância, indiferença, distância e, diria mesmo, total desprezo por grande parte dos militantes da nossa concelhia que alguma vez se conseguirá "pintar o concelho com as nossas cores"... Sou militante do partido mas neste momento não me revejo em quase nada desta concelhia...Termino com a seguinte questão:Será que ainda não é tempo de alguns "donos" de algumas "cadeiras" concluirem que o seu tempo chegou ao fim?Para quem não saiba quem é o VirtuapenCarlos Sérgio Negrão"
"roubado de Terra da Pedra"

Caso Eurojust


Refere o Publico que "o primeiro-ministro disse hoje que compreende e respeita a posição de Vital Moreira, cabeça-de-lista pelo PS às eleições europeias, que admitiu que, se estivesse no lugar do procurador Lopes da Mota, alvo de um processo disciplinar por alegadas pressões sobre magistrados no caso Freeport, colocaria o seu lugar à frente do Eurojust à disposição. Mas José Sócrates reiterou que a sua "posição de primeiro-ministro" não lhe permite pronunciar-se sobre o caso antes de concluído o processo".
Parece-me coerente a posição de Vital Moreira. Não deveriam ter esta atitude todos os dirigentes deste País para dignificarem o Estado, a Democracia e para darem o exemplo? Como ter confiança num País em que o mote são estas situações diárias? Como ter confiança num País em que nunca há culpados, que tud0 são cabalas, que nínguém é responsável?

Carta à ministra da Educação


Fonte: Público

quarta-feira, 13 de maio de 2009

terça-feira, 12 de maio de 2009

E os mandantes?


O presidente do Eurojust, Lopes da Mota poderá vir a ser alvo de um processo disciplinar no seguimento do inquérito às alegadas pressões sobre dois procuradores do caso Freeport, Vítor Magalhães e Pães Faria.
A provar-se todas estas pressões, impõe-se que se apure se toda esta trama nasceu simplesmente na cabeça de Lopes Mota ou se também ele recebeu pressões para assim agir.
Tenho cá para mim que já foi encontrado um bode expiatório e que os mandantes vão ficar de fora.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Anda tudo ao mesmo


O aumento da criminalidade levou as polícias as intensificarem fiscalizações rodoviárias e, com isso, o Estado já arrecadou mais 5,2 milhões de euros em multas de trânsito, referentes a Janeiro e Fevereiro, do que em igual período do ano passado. Feitas as contas aos 21,8 milhões dos primeiros dois meses do ano, os condutores desembolsaram em Portugal 363 mil euros por dia.
A criminalidade parece que está a servir vários fins. Anda tudo à cata do mesmo, de forma legal ou consentida alguém está enchendo os bolsos ´
à custa do Zé povinho.

domingo, 19 de abril de 2009

Mais do mesmo | RTP deixa de fora os partidos que fazem a diferença


A conhecida, "isenta", profissional e absolutamente "imparcial", jornalista, Drª. Fátima Campos Ferreira, inicia, com "dois pés esquerdos", a sua participação na divulgação das Eleições Europeias do próximo dia 7 de Junho. O seu conhecido programa "Prós e Prós" lança amanhã, dia 20, o primeiro frente-a-frente, cujo tema é: ELEIÇÕES EUROPEIAS 2009.
Presentes estarão apenas os cabeças de lista dos cinco partidos do costume e a direcção do programa apresenta-o como: "O primeiro frente-a-frente das Eleições Europeias. Portugal e a Europa. A crise financeira e o futuro da União. Os cabeças-de-lista dos partidos representados no Parlamento Europeu vêm ao maior debate da televisão portuguesa".
Todos os outros, onde radicam efectivamente vozes alternativas, ficam de fora.
É mais um exemplo do profissionalismo da referida jornalista e do "serviço público" da RTP. No fundo, infelizmente, nada que não seja habitual.
Depois admiram-se da elevada abstenção...

FONTE

sábado, 18 de abril de 2009

Somos ricos!


Não sei se esta história é verídica ou ficção, recebi-a de um amigo. Ele faz uma pergunta no fim e foi por essa razão que resolvi transcrever e responder. Aqui vai:

Meus amigos,


O que vos vou contar é verdade.

Estava há dias a falar com um amigo meu Nova-iorquino, que conhece bem Portugal, o XXXXXXXX que alguns de vós conheceu no iate clube do Porto onde chegou a fazer umas regatas em Leixões no Red Falcon do João Andrade.


 E dizia-lhe eu à boa maneira portuguesa de “coitadinhos” :  

- Sabes XXXXX, nós os portugueses somos pobres ...


E esta foi a sua resposta:
- Manuel, como podes tu dizer que sois pobres, quando sois capaz de
pagar por um litro de gasolina mais do triplo do que pago eu?
Quando vos dais ao luxo de pagar tarifas de electricidade e de telefone
móvel 80 % mais caras do que nos custam a nós nos EUA?
Como podes tu dizer que sois pobres quando pagais comissões bancárias por serviços bancários e cartas de crédito ao triplo que nos custam nos EUA, ou quando podem pagar por um carro, que a mim me custa 12.000 dólares, o equivalente 20.000? Podem dar 8.000 dólares de presente ao vosso governo e nós não.

Não te entendo.

Nós é que somos pobres: por exemplo em New York o Governo Estatal,
tendo em conta a precária situação financeira dos seus habitantes,
cobra somente 2 % de IVA, mais 4% que é o imposto Federal, isto é 6%. Nada comparado com os 20% dos ricos que vivem em Portugal. E contentes com estes 20% pagais ainda impostos municipais.

Além disso, são vocês que têm “ impostos de luxo” como são os impostos na gasolina e gás, álcool, cigarros, cerveja, vinhos etc, que faz com que esses produtos cheguem em certos casos até certos a 300 % do valor
original., e outros como imposto sobre a renda, impostos nos salários,
impostos sobre automóveis novos, sobre bens pessoais, sobre bens das
empresas, de circulação automóvel.

Um Banco privado vai à falência e vocês que não têm nada com isso
pagam, outro, uma espécie de casino, o vosso Banco Privado quebra, e
vocês protegem-no com o dinheiro que enviam para o Estado.

Sois pobres onde Manuel?

Um país que é capaz de cobrar o Imposto sobre Ganhos por adiantado e
Bens pessoais mediante retenções, necessariamente tem de nadar na
abundância, porque considera que os negócios da nação e de todos os
seus habitantes sempre terão ganhos apesar dos assaltos, do saque
fiscal, da corrupção dos seus governantes e autarcas. Um país capaz de
pagar salários irreais aos seus funcionários de estado e de Empresas
ligadas ao Estado.

Deixa-te de merdas Manuel, sois pobres onde?

Os pobres somos nós, os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos
sobre a renda se ganhamos menos de 3000 dólares ao mês por pessoas,
isto é mais ou menos os vossos 2000 € . Vocês podem pagar impostos do
lixo, sobre o consumo da água, do gás e electricidade. Aí pagam
segurança privada nos Bancos, urbanizações, municipais, enquanto que
nós como somos pobres nos conformamos com a segurança pública.

Vocês enviam os filhos para colégios privados, enquanto nós aqui nos
EUA as escolas públicas emprestam os livros aos nossos filhos prevendo
que não os podemos comprar.

Vocês não são pobres, gastam é muito mal o vosso dinheiro.

Que vou responder ao XXXXX?

Por favor agradeço o vosso comentário bem como toda e qualquer sugestão.

BEM, A MINHA RESPOSTA É SIMPLES: NÓS NÃO SOMOS RICOS, SOMOS SIM LADRÕES.FAZ PARTE DA NOSSA HERANÇA GENÉTICA.....

Aviões - Exposição na casa da cultura


Esta é uma exposição deliciosa de se visitar, com centenas e centenas de miniaturas de aviões. Na casa da cultura de Cantanhede.

Olhares


25 de Abril - Precisa-se de um novo!


3º Ciclo de palestras

VI Encontro de Gaiteiros da Pena


VI Encontro de Gaiteiros da Pena
No dia 26 de Abril, o Encontro de Gaiteiros da Pena vai ter a sua VI edição. Durante a manhã, acontece a habitual arruada com os grupos participantes. À tarde, depois do almoço de convívio, segue-se o espectáculo de palco com esses mesmos grupos.
Os grupos que vão participar são os seguintes: Grupo de Gaitas de Raul Nubeiro (Galiza), Grupo de Gaitas de Pablo Carpintero (Galiza), Grupo de Gaiteiros "Os Tres de Portugal" (Pena), Grupo Popularis (Anadia), Grupo de Gaiteiros do "Toni das Gaitas" (Porto), Grupo de Gaiteiros "Roncos & Coriscos" (Ança), Grupo de Gaiteiros "Cepa Torta" (Pena), Grupo de Gaiteiros "Os Carriços" (Quinta do Valongo), Grupo de Gaiteiros Tokandar (Ceira), Grupo de Gaiteiros Rebimbomalho (Coimbra) e Grupo de Gaiteiros "Amigos da Rambóia" (Barcouço).
Este evento é organizado pelo Centro Cultural e Recreativo da Pena.
Mais informações aqui

quarta-feira, 15 de abril de 2009

O Senhor Albino da CONFAP

LEMBRAM-SE DO "REPRESENTANTE DOS PAIS", O SR ALBINO, APOIANDO A MINISTRA LURDES ???

LEIAM
!



Assim se compram os apoios!
Sem palavras! (Sobre a CONFAP do Sr. Albino)

Para que conste e porque muita gente não sabe, a CONFAP (Confederação Nacional das Associações de Pais) recebeu do Gabinete da
Ministra da Educação duas tranches de 38.717,50 euros cada uma, no segundo semestre de 2006, conforme publicação no Diário da República N. 109 de
6/6/2007 (pág. 15720). Recebeu ainda mais 39.298,25 euros no primeiro semestre de 2007, conforme publicação no DR N. 201, de 18/10/2007(Pág. 30115). Trata-se da única organização que recebe verbas directamente do Gabinete da Ministra. Com um apoio destes, o que se pode esperar do sr. Albino Almeida? Mais de 150.000 euros por ano é muito dinheiro.

O sr. Albino é apenas e só um assalariado do Ministério da Educação (por sinal, muito bem pago com os nossos impostos - vergonhoso, sra. ministra!!!
Sr. PM!!!!!!!).

Vamos denunciar

Reencaminha para que todos saibam o que se passa !!!

segunda-feira, 30 de março de 2009

Exigir aos pais responsabilidade na educação escolar dos filhos com punição legal



30.03.2009 - 17h36 Lusa

A petição a exigir alterações legislativas que responsabilizem "efectivamente" os pais nos casos de absentismo, abandono e indisciplina escolar já reuniu mais de 5500 assinaturas, pelo que o tema já pode ser discutido na Assembleia da República.Às 17h00 de hoje, o documento, disponível em www.peticao.com.pt/responsabilizacao, já estava assinado por 5572 pessoas, sendo que são necessárias 4000 assinaturas para levar o assunto a discussão no plenário do Parlamento. "A responsabilização dos pais e encarregados de educação pelo comportamento escolar dos seus educandos, pelas suas ausências à escola e consequente insucesso exige mudanças legislativas que efectivamente transformem a escolaridade obrigatória numa obrigação familiar com penalizações reais aos incumpridores", lê-se no texto da petição. O primeiro signatário defende que a legislação "tem que criar mecanismos administrativos e judiciais, desburocratizados, efectivos e atempados de responsabilização dos pais" naqueles três casos. "Com toda a sinceridade, não esperava reunir tantas assinaturas em tão pouco tempo. Embora acredite no que está no texto, não tinha a ideia de que tantas pessoas tivessem uma visão semelhante", disse Luís Braga, sublinhando não se tratar de um documento "contra os pais", mas sim um alerta para que os encarregados de educação estejam "mais presentes". "Os mecanismos criados devem traduzir-se em medidas sancionatórias às famílias negligentes, como multas, retirada de prestações sociais e, no limite, efeitos sobre o exercício das responsabilidades parentais, como é próprio de uma situação que afecta direitos fundamentais de pessoas dependentes", salienta a moção, do professor de História e presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque, em Viana do Castelo. "Actualmente, a única coisa que um professor pode fazer se um aluno faltar sucessivamente é um teste de recuperação para avaliar as dificuldades da criança e isto não é nada", acrescentou Luís Braga, aquando do lançamento do documento, disponibilizado na Internet na terça-feira passada. Além das assinaturas, os signatários têm deixado ainda diversos comentários como "cabe aos pais educar e a escola instruir, portanto serão os pais os primeiros responsáveis pela indisciplina escolar". "Enquanto não responsabilizarem fortemente as famílias por estes graves problemas, os professores andam a esforçar-se em vão, pois os meninos têm toda a cobertura dos pais para se 'baldarem' e ainda 'gozarem' com a escola e os professores", escreveu uma das signatárias.


Fonte: Publico

sexta-feira, 27 de março de 2009

José Hermano Saraiva de visita a Cantanhede

No Domingo passado tive oportunidade de ver (e gravar, já agora) o excelente programa de José Hermano Saraiva sobre o Concelho de Cantanhede. O reputado historiador não visitava Cantanhede à oito anos e ficou espantado com o desenvolvimento da cidade. Efectivamente, Cantanhede tem crescido muito e há grande mérito dos homens que têm governado a edilidade, contudo e é esta, creio eu, uma das razões da existência deste blog, ainda há muito para fazer e erros a não repetir. O tempo foi curto para falar de todas as riquiezas do Concelho, o que diz bem da, cada vez maior, preponderância de Cantanhede na região Centro e no país.
Se o Biocant é fulcral para o Concelho, não é menos verdade que o campo de golfe é um despesismo desnecessário, quando existe saneamento e outras infra-estruturas básicas que não estão ao alcance de todos os munícipes. Cantanhede continua a não ter uma sala de espectáculos, onde variedades, conferências, teatro, etc possam ocorrer (o antigo quartel dos Bombeiros era um local excelente). Por outro lado, a distância de meia dúzia de kms entre o futuro estádio municipal e o complexo desportivo de Febres coloca-nos perante esta factualidade, agradar a todos, mostrar trabalho nas Freguesias e não atender às necessidades do Concelho.
Estas chamadas de atenção cairão, com toda a certeza em saco roto, até porque já estão projectadas, contudo é um alerta para que o crescimento continue mas seja ponderado, porque ver obra é fantástico mas ver resultados é excepcional. Eu, sinceramente, julgo que para a nossa população seria mais correcto ter saneamento e não ter golfe e ter um só complexo que servisse as duas Freguesias e um teatro a dois estádios (qual estádio do Algarve…).
Para que o Concelho continue a crescer, não só em obra, mas na resolução de necessidades básicas, cá estamos nós para opinarmos, se bem que, ou muito me engano, ou ninguém nos ouve.

domingo, 22 de março de 2009

Os Novos Pobres



2009-03-10


A crise quando chega toca a todos, e eu já não sei se hei-de ter pena dos milhares de homens e mulheres que, por esse país, fora, todos os dias ficam sem emprego se dos infelizes gestores do BCP que, por iniciativa de alguns accionistas, poderão vir a ter o seu ganha-pão drasticamente reduzido em 50%, ou mesmo a ver extintos os por assim dizer postos de trabalho. A triste notícia vem no DN: o presidente do Conselho Geral e de Supervisão daquele banco arrisca-se a deixar de cobrar 90 000 euros por cada reunião a que se digna estar presente e passar a receber só 45 000; por sua vez, o vice-presidente, que ganha 290 000 anuais, poderá ter que contentar-se com 145 000; e os nove vogais verão o seu salário de miséria (150 000 euros, fora as alcavalas) reduzido a 25% do do presidente. Ou seja, o BCP prepara-se para gerar 11 novos pobres, atirando ainda para o desemprego com um número indeterminado de membros do seu distinto Conselho Superior. Aconselha a prudência que o Banco Alimentar contra a Fome comece a reforçar os "stocks" de caviar e Veuve Clicquot, pois esta gente está habituada a comer bem.


Manuel António Pina

A NET E AS CRIANÇAS




A todos os pais, adolescentes e demais. Para ler, divulgar e pensar muito bem no assunto - Vale a pena ler...



Após deixar os livros no sofá ela decidiu lanchar e entrar online.Assim, ligou-se com o seu nome de código (nick): Docinho14. Procurou na sua lista de amigos e viu que Meteoro123 estava ligado.Enviou-lhe uma mensagem instantânea: Doçinho14: Oix. Que sorte estares aí! Pensei que alguém me seguia na Rua hoje. Foi mesmo esquisito! Meteoro123: Lol. Vês muita TV. Por que razão alguém te seguiria? Não moras num local seguro da cidade?Docinho14; Com certeza. Lol. Acho que imaginei isso porque não vi ninguém quando me virei. Meteoro123: A menos que tenhas dado o teu nome online. Não fizeste isso, pois não? Docinho14: Claro que não. Não sou idiota, já sabes. Meteoro123: Jogaste vólei depois das aulas, hoje?Docinho14: Sim e ganhamos!Meteoro123: Óptimo! Contra quem? Docinho14: Contra as Vespas do Colégio da Sagrada Família. LOL. Os uniformes Delas são um nojo! Pareciam abelhas. LOL Meteoro123: Como se chama a tua equipa? Docinho14: Somos os Gatos de Botas. Temos garras de tigres nos uniformes. São impecáveis. Meteoro123: Jogas ao ataque? Docinho14: Não, jogo à defesa. Olha: tenho que ir. Tenho que fazer os TPC antes que cheguem os meus pais. Xau! Meteoro123: Falamos mais tarde. Xau. Entretanto, Meteoro123 foi à lista de contactos e começou a pesquisar sobre o Perfil dela. Quando apareceu, copiou-o e imprimiu-o. Pegou na caneta e anotou o que sabia de Docinho até agora. Seu nome: Susana aniversário: Janeiro 3, 1993. Idade.: 13. Cidade onde vive: Porto.Passatempos: vólei, inglês, natação e passear pelas lojas. Além desta informação sabia que vivia no centro da cidade porque lho tinha contado recentemente.Sabia que estava sozinha até às 6.30 todas as tardes até que os pais voltassem do trabalho.Sabia que jogava vólei às quintas-feiras de tarde com a equipa do colégio, os Gatos de Botas. O seu número favorito, o 4, estava estampado na sua camisola. Sabia que estava no oitavo ano no colégio da Imaculada Conceição. Ela tinha contado tudo em conversas online. Agora tinha informação suficiente para encontrá-la. Susana não contou aos pais sobre o incidente ao voltar do parque. Não queria que ralhassem com ela e a impedissem de voltar dos jogos de vólei a pé.Os pais sempre exageram e os seus eram os piores. Ela teria gostado não ser filha única. Talvez se tivesse irmãos, os seus pais não tivessem sido tão super protectores.Na quinta-feira, Susana já se tinha esquecido que alguém a seguira. O seu jogo decorria quando, de repente, sentiu que alguém a observava. Então lembrou-se. Olhou e viu um homem que a observava de perto. Estava inclinado contra a cerca na arquibancada e sorriu quando o viu. Não parecia alguém de quem temer e rapidamente desapareceu o medo que sentira. Depois do jogo, ele sentou-se num dos bancos enquanto ela falava com o treinador. Ela apercebeu-se do seu sorriso mais uma vez quando passou ao lado. Ele acenou com a cabeça e ela devolveu-lhe o sorriso. Ele confirmou o seu nome nas costas da camisola. Sabia que a tinha encontrado. Silenciosamente, caminhou a uma certa distância atrás dela. Eram só uns quarteirões até casa dela. Quando viu onde morava voltou ao parque e entrou no carro. Agora tinha que esperar. Decidiu comer algo até que chegou a hora de ir à Casa da menina. Foi a um café e sentou-se. Mais tarde, essa noite, Susana ouviu vozes na sala. 'Susana, vem cá!',chamou o seu pai.Parecia perturbado e ela não imaginava porquê.Entrou na sala e viu o homem do parque no sofá. 'Senta-te aí',disse-lhe o pai, 'este senhor acaba de nos contar uma história muito Interessante sobre ti'. Susana sentou-se.Como poderia ele contar-lhes qualquer coisa? Nunca o tinha visto senão nesse mesmo dia!' Sabes quem sou eu?' perguntou o homem. 'Não', respondeu Susana. 'Sou polícia e teu amigo do Messenger - Meteoro123'. Susana ficou pasmada.' É impossível! Meteoro123 é um rapaz da minha idade! Tem 14 e mora em Braga!'.O homem sorriu. 'Sei que te disse tudo isso, mas não era verdade. Repara, Susana, há gente na Internet que se faz passar por miudos; eu era um deles. Mas enquanto alguns o fazem para molestar crianças e jovens, eu sou de um grupo de pais que o faz para proteger as crianças dos malfeitores.Vim para te ensinar que é muito perigoso falar online.Contaste-me o suficiente sobre ti para eu te achar facilmente.Deste-me o nome da tua escola, da tua equipa e a posição em que jogas.O número e o teu nome na camisola fizeram com que te encontrasse facilmente.Susana gelou. 'Quer dizer que não mora em Braga?'.Ele riu-se: 'Não, moro no Porto. Sentiste-te segura achando que morava longe, não é?' 'Tenho um amigo cuja filha não teve tanta sorte: foi assassinada enquanto estava sozinha em casa. Ensinam-se as crianças e jovens a não dizer a ninguém quando estão sozinhos, porém contam isso a toda a gente pela internet.As pessoas maldosas enganam e fazem-se passar por outras para tirar informação de aqui e de lá online. Antes de dares por isso, já lhes contaste o suficiente para que te possam achar sem que te apercebas. Espero que tenhas aprendido uma lição disto e que não o faças de novo.Conta aos outros sobre isto para que também possam estar seguros'.'Prometo que vou contar!'. AGORA: Por favor, envia isto aos teus amigos para que não forneçam informações sobre si próprias. O mundo em que hoje vivemos é perigoso demais.




DÊ A CONHECER ISTO TAMBÉM A PESSOAS SEM FILHOS PARA QUE O ENVIEM AOS SEUS AMIGOS QUE TÊM FILHOS E NETOS. CUIDADO COM AS INFORMAÇÕES QUE PASSAS NO HI5, NO MSN OU AINDA OUTROS.




Paula Cristina Amaral


DGI- Departamento de Gestão da InformaçãoII,IP - Instituto de Informática, I. P.Ministério do Trabalho e da Segurança Social

Uns prendem outros tiram... outros nem chegam a ser presos...


sexta-feira, 20 de março de 2009

IX Feira do Bolo de Ançã


A Feira do Bolo de Ançã é um daqueles atractivos com sabor, para nos levar à descoberta do país, das gentes e da paisagem que vale a pena conhecer.
Num Concelho como o de Cantanhede, rico em natureza e com tantas referências dos valores patrimoniais que reafirmam as vivências peculiares das três regiões naturais, com a Gândara espraiada pelo mar; a Bairrada, no interior, onde as estações do ano se contam pelo crescer da vinha; e o Baixo Mondego, a Sul, num vale contíguo às pedreiras da famosa pedra de Ançã.
A feira realiza-se este ano no dia 29 de Março e é um óptimo motivo para visitar esta vila e a região.

quarta-feira, 11 de março de 2009

A bela Lua Cheia


O Luar quando Bate na Relva


O luar quando bate na relva

Não sei que cousa me lembra...

Lembra-me a voz da criada velha

Contando-me contos de fadas.

E de como Nossa Senhora vestida de mendiga

Andava à noite nas estradas

Socorrendo as crianças maltratadas ...

Se eu já não posso crer que isso é verdade,

Para que bate o luar na relva?

Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema XIX" Heterónimo de Fernando Pessoa

quarta-feira, 4 de março de 2009

O Blog do 9ºB da Escola EB 2,3 de Cantanhede


Este blog é feito nas aulas de Área de Projecto onde lecciono. Vale a pena passarem por lá e deixar um comentário de apoio ao trabalho destes alunos. Bom trabalho Francisco Paixão. Visitem AQUI

Educação e Política de Socrates

“Cantanhede aproveitou sinergias para captar massa cinzenta”

O projecto foi ontem apresentado, no Verão arrancam as obras e em finais de 2010 ou início de 2011, é inaugurado o Centro de Formação e Inovação Empresarial de Cantanhede, da responsabilidade do Conselho Empresarial do Centro/Câmara de Comércio e Indústria do Centro (CEC/CCIC), entidade à qual a Câmara de Cantanhede disponibilizou o edifício da antiga fábrica Cobai, na zona industrial.Esta cooperação entre o CEC e a Câmara de Cantanhede resulta de um trabalho de mais de um ano entre as duas entidades, culminando ontem com a apresentação do projecto de requalificação daquele edifício, da autoria de Luís Neto, e que vai permitir a instalação de um conjunto de entidades e serviços, que contribuirão para o reforço da dinamização da estrutura socioeconómica e fixação de pessoas no concelho cantanhedense.«Hoje estamos a corporizar uma nova batalha para ganharmos a guerra», frisou o presidente da Câmara, sustentando que esta é «a grande obra que este executivo tem neste mandato». João Pais de Moura recordou os dois longos anos que ocupou a congregar vontades para a ocupação daquele edifício no seu todo «e trazer para Cantanhede novas valências», encontrando no CEC, «representante de mais de 140 mil empresas», o parceiro ideal para acentuar Cantanhede no mapa do desenvolvimento.A mesma satisfação por este «casamento feliz» demonstrou o presidente do CEC, Almeida Henriques, considerando que este projecto constitui «um salto» na promoção do empreendedorismo e inovação, «visando a agregação de todas as valências do Conselho Empresarial do Centro».Considerando não fazer sentido que a sede do CEC tenha de estar obrigatoriamente na capital do distrito, Almeida Henriques considera a transferência desta entidade para Cantanhede a demonstração de «uma visão global» das actividades da região. Por isso o projecto prevê uma central de serviços do CEC(CCIC «para onde se transferirão as nossas associadas», mas também uma incubadora de empresas com uma estratégia definida: «desenvolver vida através deste edifício»Autarquia com visãoA rápida acessibilidade a Cantanhede foi também «uma motivação forte» para esta parceria e Almeida Henriques enfatizou o trabalho de todos no mesmo sentido para a promoção do empreendedorismo e enalteceu a abertura de espírito do executivo da Câmara, sobretudo de João Pais de Moura, «que teve visão para abraçar este novo desafio» e soube aproveitar «as sinergias para captar massa cinzenta para Cantanhede».«Este é um bom exemplo e um bom sinal para outras autarquias do Interior», anotou Almeida Henriques.Os mesmos elogios teceu o presidente da ACIC – Associação Comercial e Industrial de Cantanhede, Paulo Mendo, que não vendo «inconveniente que o CEC mude de Coimbra para Cantanhede», também viu «com muito interesse» a transferência da delegação da ACIC em Cantanhede, «um concelho muito activo no distrito» para o futuro Centro de Formação e Inovação Empresarial. Da mesma forma se expressou o líder da Associação Empresarial de Cantanhede, Luís Roque, que vê neste projecto uma forma de criação «de mais um pólo de atracção para Cantanhede».Almeida Henriques “baptizou” edifícioNo final da apresentação do projecto do arquitecto Luís Neto, Almeida Henriques quebrou o protocolo para “baptizar” o edifício. Não se sabe se o presidente do CEC já trazia o nome na mente ou se ocorreu na altura. Na maqueta do projecto constava “Reabilitação do Antigo Edifício Industrial de Cantanhede” e o dirigente atalhou: «Como tributo a toda a região vou baptizar o edifício como “Edifício Centro”. Espero que aceitem». O nome foi consensual e João Moura garantiu mesmo que ia defender aquele “baptismo” «intransigentemente». O que Almeida Henriques não disse foi o valor do investimento, embora já tenha um projecto de financiamento de parceria público/privado. Para o arranque da obra, prevista para o início do Verão, Almeida Henriques espera que a burocracia não “emperre”, adiantando que o prazo de execução é de «um ano e meio», dois anos na pior das hipóteses. João Moura garantiu que pela parte da autarquia vai haver «via verde» para a aprovação do projecto, pelo que tudo se conjuga para que a obra arranque mesmo em Maio ou Junho. J.C.SEntidades e serviços a instalar no edifícioA cooperação entre a Câmara de Cantanhede e o CEC vai permitir a instalação de um conjunto de entidades e serviços no antigo edifício da Cobai que, na óptica de João Moura, irão contribuir para reforçar «a dinamização da estrutura socioeconómica» e para a fixação de pessoas no concelho. O projecto de requalificação do edifício prevê o Centro Venture da Enterprise Europe Network, consórcio que associa organizações que proporcionam um conjunto de serviços descentralizados e de proximidade às PME’s; e ainda a Agência de Desenvolvimento Regional WinCentro, que terá por objecto a captação de investimento nacional e estrangeiro para o Centro de Portugal, bem como uma Incubadora de Empresas «numa lógica de projectos a alocar aos Parques Empresariais do Centro. O projecto contempla ainda a criação de um Centro de Excelência para a promoção do empreendedorismo e inovação e o pólo Enterprise Europe Network «e respectivas estratégias de internacionalização», além de espaços e salas polivalentes, tendo em vista a dinamização de eventos de cariz nacional e regional, incluindo conferências, exposições e mostras económicas. Além da AEC, ACIC, Escola Técnico Profissional de Cantanhede, a Câmara de Cantanhede está em negociações para que outras entidades locais venham a instalar-se na área (1.044 m2) que lhe é reservada neste projecto, entre o piso zero e um. O CEC vai ocupar 2.204 m2 do piso zero ao piso quatro.
J.C.S. Fonte : Diário de Coimbra

terça-feira, 3 de março de 2009

Nocturno


Ensino Show (Fim tortura aulas)


República das bananas


Um total de 20 aquecedores foi comprado pela Associação de Pais da EB 2/3 de Cantanhede. Medida surgiu para combater o frio a que os alunos estavam sujeitos na sala de aula.
Se acrescentarmos a isto que nalgumas escolas do concelho são as Associações da Pais que garatem a presença de uma auxiliar de educação e o facto de muitas dessas escola precisarem de obras urgentes, podemos concluir que para Magalhães e Campos de Golfe existe dinheiro, para coisas bem mais importantes não.

segunda-feira, 2 de março de 2009

“Não que­ro fazer papel de Amé­ri­co Tomás”

Jor­ge Mar­tins alega que a “falta de lealdade” o levou a recusar ser reconduzido na pre­si­dên­cia do Hos­pi­tal de Can­ta­nhe­de

O cirur­gi­ão Jor­ge Mar­tins, ain­da pre­si­den­te do con­se­lho de ad­mi­nis­tra­ção do Hos­pi­tal Ar­ce­bis­po João Cri­sós­to­mo (HAJC) de Can­ta­nhe­de, expli­cou ao Diá­rio de Coim­bra os ver­da­dei­ros moti­vos por­que se demi­tiu do car­go que ocu­pa des­de 2005. Ou melhor: por que não acei­ta a recon­du­ção na pre­si­dên­cia e direc­ção do hos­pi­tal. Por­que, na ver­da­de – come­çou por adi­an­tar –, «não me demi­ti, mas sim pedi à tute­la para não me recon­du­zir, como, ali­ás, esta­va pla­ne­a­do e garan­ti­do».
Então, o que levou este clí­ni­co a tão drás­ti­ca medi­da, uma vez que tinha o apoio quer da ARS Cen­tro quer do Minis­té­rio da Saú­de? Jor­ge Mar­tins foi cla­ro e não dei­xou mar­gem para dúvi­das: «Não que­ro fazer o papel de Amé­ri­co Tomás!». E expli­cou o que dei­xa enten­der esta enig­má­ti­ca fra­se: «Sou pre­si­den­te do con­se­lho admi­nis­tra­ti­vo, direc­tor exe­cu­ti­vo e não tenho peso nenhum. Os outros dois ele­men­tos têm mais votos e chum­bam todas as minhas pro­pos­tas e eu não sou nem que­ro ser um pre­si­den­te deco­ra­ti­vo, fazer o papel de Amé­ri­co Tomas», reve­la o médi­co cirur­gi­ão, mili­tan­te soci­a­lis­ta e depu­ta­do da Assem­bleia Muni­ci­pal de Can­ta­nhe­de.
As crí­ti­cas e o moti­vo da sua recu­sa na recon­du­ção do car­go são direc­cio­na­dos aos res­tan­tes ele­men­tos do con­se­lho de admi­nis­tra­ção, a enfer­mei­ra che­fe e direc­to­ra Áurea Andra­de e à médi­ca e vogal exe­cu­ti­va Isa­bel Neves.
«Alguém pen­sou que eu não vol­ta­va mais [Jor­ge Mar­tins foi sujei­to a um trans­plan­te na Coru­nha, onde este­ve lar­gos mes­es] e quan­do regres­sei sen­ti que não foram cor­rec­tas comi­go e encon­trei razões que enten­di for­tes para tomar esta deci­são», adi­an­tou o clí­ni­co, espe­ci­fi­can­do: «As minhas pro­pos­tas eram chum­ba­das com os votos des­ses ele­men­tos, que adop­ta­ram uma pos­tu­ra de afas­ta­men­to do direc­tor do hos­pi­tal».
«O fun­cio­na­men­to da admi­nis­tra­ção esta­va em cau­sa e não podia pac­tu­ar com esta situ­a­ção», argu­men­ta Jor­ge Mar­tins, con­fir­man­do uma ale­ga­da incom­pa­ti­bi­li­da­de com a enfer­mei­ra e médi­ca que fazem par­te da actu­al admi­nis­tra­ção hos­pi­ta­lar.
O cirur­gi­ão, actu­al­men­te em férias até ao pró­xi­mo dia 13 de Mar­ço, diz que ten­tou «che­gar a um con­sen­so» com as suas cole­gas de direc­ção, falan­do com Áurea Andra­de e Isa­bel Neves, para «apa­zi­guar» o ale­ga­do con­fli­to exis­ten­te na admi­nis­tra­ção hos­pi­ta­lar, «mas não foi pos­sí­vel e fiquei com o saco cheio», ale­ga o ain­da admi­nis­tra­dor, acu­san­do aque­las res­pon­sá­veis de fal­ta «de leal­da­de».

Regres­sar “às ori­gens”
Garan­tin­do que a sua recon­du­ção no car­go «esta­va garan­ti­da com a tute­la», Jor­ge Mar­tins afir­ma que tam­bém che­gou a falar com os seus supe­ri­o­res hie­rár­qui­cos (ARS Cen­tro), antes de deci­dir bater com a por­ta, para se che­gar ao dese­ja­do con­sen­so na admi­nis­tra­ção hos­pi­ta­lar, o que tam­bém não terá sido con­se­gui­do.
«Sou extre­ma­men­te prag­má­ti­co e se as razões que mar­cam a minha ati­tu­de se man­ti­ve­rem, não estou dis­po­ní­vel para con­ti­nu­ar», fri­sa o clí­ni­co, subli­nhan­do que «se esti­ves­se agar­ra­do ao lugar não saía».
Ago­ra, Jor­ge Mar­tins espe­ra que a tute­la nomeie o seu sub­sti­tu­to até ao final das férias que está a gozar para entrar «num perí­o­do sabá­ti­co, de refle­xão» e, depois, «regres­sar às ori­gens», ou seja, ao hos­pi­tal da Covi­lhã, onde foi «cirur­gi­ão duran­te 20 anos», já que a refor­ma ain­da está lon­ge. «Tenho ape­nas 55 anos e ain­da tenho mui­to para dar», ano­ta.
Este clí­ni­co, recor­de-se, exer­ceu fun­ções de médi­co cirur­gi­ão em Can­ta­nhe­de, Coim­bra, Madei­ra, Covi­lhã, onde tam­bém foi admi­nis­tra­dor hos­pi­ta­lar, e regres­sou a Can­ta­nhe­de em 2005, ini­ci­an­do uma pro­fun­da remo­de­la­ção no Arce­bis­po João Cri­sós­to­mo que cul­mi­nou com a total requa­li­fi­ca­ção do edi­fí­cio hos­pi­ta­lar e intro­du­ção de novos ser­vi­ços.

“Não que­ro usar o mes­mo
canal de comu­ni­ca­ção”
Face às crí­ti­cas de Jor­ge Mar­tins às suas cole­gas na admi­nis­tra­ção do hos­pi­tal de Can­ta­nhe­de, o Diá­rio de Coim­bra falou com a enfer­mei­ra Áurea Andra­de e a médi­ca Isa­bel Neves. A enfer­mei­ra reme­teu-se ao silên­cio e não quis comen­tar qual­quer afir­ma­ção do médi­co cirur­gi­ão, sus­ten­tan­do que o assun­to «está a ser tra­ta­do pela tute­la». Isa­bel Neves tam­bém não quis ali­men­tar qual­quer polé­mi­ca, mas sem­pre dis­se que «esta­mos num país livre» e que cada um «pode dizer o que quer». Esta res­pon­sá­vel fri­sa que não é «ele­men­to (do con­se­lho admi­nis­tra­ti­vo) nome­a­do pela polí­ti­ca» e, por isso, não pre­ten­de meter-se em assun­tos polí­ti­cos. Porém, Isa­bel Neves argu­men­ta que Jor­ge Mar­tins «optou por um canal de comu­ni­ca­ção que con­si­de­rou mais ade­qua­do para poder pas­sar as suas idei­as, mas eu não que­ro uti­li­zar o mes­mo canal».

FONTE

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Pré­mio Lite­rá­rio Car­los Oli­vei­ra


Já está a decor­rer a segun­da edi­ção do con­cur­so. Os candidatos têm de entre­gar as obras (iné­di­tas) até ao pró­xi­mo dia 15 de AbrilNo pró­xi­mo dia 15 de Abril, ter­mi­na o pra­zo de entre­ga de obras con­cor­ren­tes à segun­da edi­ção do Pré­mio Lite­rá­rio Car­los de Oli­vei­ra, ini­ci­a­ti­va que tem como objec­ti­vo esti­mu­lar a cri­a­ção lite­rá­ria numa home­na­gem a uma das gran­des refe­rên­cias lite­rá­ri­as por­tu­gue­sas da segun­da meta­de do sécu­lo XX. Ins­ti­tu­í­do pelo muni­cí­pio de Can­ta­nhe­de e pela Fun­da­ção Car­los de Oli­vei­ra, o pré­mio consiste nu­ma ver­ba de 5.000 euros e na edi­­ção da obra ven­ce­do­ra.O con­cur­so lite­rá­rio é aber­to à par­ti­ci­pa­ção de auto­res dos Paí­ses de Lín­gua Ofi­ci­al Por­tu­gue­sa (PALOP), que podem con­cor­rer ape­nas com uma obra, iné­di­ta e não edi­ta­da, em pro­sa nar­ra­ti­va (con­to ou roman­ce). Os ori­gi­nais, num míni­mo de 120 pági­nas em for­ma­to A4, terão de ser reme­ti­dos, até ao pró­xi­mo dia 15 de Abril, para o Museu da Pedra de Can­ta­nhe­de, Lar­go Cân­di­do dos Reis, n.o 4, 3060-174 Can­ta­nhe­de.De acor­do com o regu­la­men­to, é obri­ga­tó­rio que cada obra con­cor­ren­te este­ja assi­na­da sob pseu­dó­ni­mo, bem como a entre­ga num sobres­cri­to de cin­co exem­pla­res devi­da­men­te enca­der­na­dos que deve­rá con­ter ain­da um outro enve­lo­pe fecha­do e lacra­do, den­tro do qual deve estar a iden­ti­fi­ca­ção e a mora­da do autor, mas no exte­ri­or ape­nas o pseu­dó­ni­mo cor­res­pon­den­te.O júri do Pré­mio Lite­rá­rio Car­los de Oli­vei­ra será cons­ti­tu­í­do por cin­co ele­men­tos, desig­na­da­men­te o pre­si­den­te da Câ­ma­ra Muni­ci­pal de Can­ta­nhe­de, ou alguém por si indi­ca­do, um repre­sen­tan­te da Fun­da­ção Car­los de Oli­vei­ra, um re­pre­sen­tan­te da Uni­ver­si­da­de de Coim­bra, um repre­sen­tan­te da Asso­cia­ção Por­tu­gue­sa de Escri­to­res e uma per­so­na­li­da­de do meio lite­rá­rio por­tu­guês espe­ci­al­men­te con­vi­da­da para o efei­to.O ven­ce­dor e as men­ções hon­ro­sas que even­tual­men­te venham a ser atri­bu­í­das serão dados a conhe­cer duran­te a pri­mei­ra quin­ze­na de Julho de 2009 e a entre­ga do pré­mio está agen­da­da para o dia 25 des­se mês, no decur­so de uma ceri­mó­nia públi­ca.Jor­na­lis­ta foi 1.º ven­ce­dorCon­for­me esta­be­le­ce o regu­la­men­to, o pré­mio não pode­rá ser atri­bu­í­do ex-aequo, embo­ra, em casos excep­cio­nais, pos­sam ser con­ce­di­das até duas men­ções hon­ro­sas, estas sem valor pecu­ni­á­rio. Por outro lado, no caso de mani­fes­ta fal­ta de qua­li­da­de dos ori­gi­nais que vie­rem a ser sub­me­ti­dos a con­cur­so, o júri pode deci­dir não dis­tin­guir nenhum deles. Recor­de-se que na pri­mei­ra edi­ção do con­cur­so, a obra ven­ce­do­ra foi “Qua­se Tudo Nada”, do escri­tor Arsé­nio Mota, jor­na­lis­ta, cro­nis­ta, poe­ta, ensa­ís­ta, tra­du­tor e edi­tor de livros com vas­ta cola­bo­ra­ção dis­per­sa por jor­nais e revis­tas, além da acti­vi­da­de pro­fis­si­o­nal que man­te­ve duran­te mui­tos anos como redac­tor do Jor­nal de Notí­cias. Foram ain­da dis­tin­gui­dos com men­ções hon­ro­sas “Pare­de de Ado­bo”, de João Car­los Cos­ta da Cruz, resi­den­te em Febres, e “Visões do Azul”, de Emí­lia Fer­rei­ra, com mora­da na Capa­ri­ca. Ini­ci­a­ti­va é coor­de­na­da pela Fun­da­ção Car­los de Oli­vei­raA Fun­da­ção Car­los de Oli­vei­ra é a enti­da­de que asse­gu­ra a coor­de­na­ção da segun­da edi­ção do pré­mio lite­rá­rio. Cons­ti­tu­í­da em Setem­bro de 2008, pela autar­quia de Can­ta­nhe­de e por Ânge­la de Oli­vei­ra, viú­va do autor de “Uma Abe­lha na Chu­va” e “Finis­ter­ra”, aque­la ins­ti­tu­i­ção tem como objec­ti­vo cen­tral pro­mo­ver o desen­vol­vi­men­to e a dina­mi­za­ção do estu­do da obra de Car­los de Oli­vei­ra e do seu lugar na lite­ra­tu­ra por­tu­gue­sa e fica­rá sede­a­da na casa onde o escri­tor viveu duran­te vários anos, em Febres. O edi­fí­cio foi adqui­ri­do pela Câma­ra para esse efei­to e será alvo de um pro­ces­so de rea­bi­li­ta­ção e ampli­a­ção pro­jec­ta­do pelo arqui­tec­to Fran­ces­co Mar­co­ni. Com a inter­ven­ção de fun­do a rea­li­zar no imó­vel, será cri­a­do um equi­pa­men­to voca­cio­na­do para o desen­vol­vi­men­to de acti­vi­da­des cul­tu­ra­is, peda­gó­gi­cas e de inves­ti­ga­ção lite­rá­ria, ten­do como refe­rên­cia a vida e obra do escri­tor, mas que con­tem­pla­rá outras ver­ten­tes, entre as qua­is o estí­mu­lo à cri­a­ção lite­rá­ria, nome­a­da­men­te atra­vés do Pré­mio Lite­rá­rio Car­los de Oli­vei­ra e de outras acções com enqua­dra­men­to nos esta­tu­tos. Além do edi­fí­cio, o patri­mó­nio da fun­da­ção inte­gra o espó­lio do escri­tor, cons­ti­tu­í­do por livros e manus­cri­tos, os direi­tos de autor e outros bens cedi­dos pela viú­va.


Escrito por José Car­los Sil­va

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Associação de Pais da EB 2,3 de Cantanhede



Fonte: BOA NOVA

Director do Hospital de Cantanhede demite-se.





Fonte: BOA NOVA

Uma rapariga de 12 anos dá que pensar


Este vídeo está a causar polémica do outro lado do Atlântico. Lia, uma rapariga de 12 anos, quis participar num concurso na sua escola e para tal tinha de escolher um tema de discussão. Decidiu falar sobre a defesa da vida. Foi aconselhada pela professora a escolher outro tema, mas manteve-se firme e disse que ou falava sobre aquele, ou não participaria. Por fim, deixaram-na participar e defendeu tão bem a sua causa que mesmo aqueles que estavam contra não conseguiram descredibilizá-la. A própria mãe dela ficou surpreendida com esta escolha e também tentou dissuadi-la, apesar de depois lhe ter dado o seu apoio. Inicialmente, o júri do concurso pensou desqualificá-la, mas acabou por ter de lhe dar a nota máxima.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Blogues Sol


Abro hoje o Sol online e tenho uma agradável surpresa, o blogue do nosso conterrâneo Carlos Rebola foi considerado o blogue da semana. O seu amor pelo Zambujal e sua constante luta pelas questões ambientais, servem de exemplo para todos nós.