sexta-feira, 17 de julho de 2009

Imigração arma do capital




Ao longo dos tempos o capital tem encontrado formas de aumentar as suas mais valias. Quer recorrendo à organização do trabalho ou à inovação tecnológica. No entanto é no recurso à mão-de-obra barata e nas formas de a perpetuar que o sistema mais esforços tem feito ou onde pelo menos mais expedientes tem sido utilizados.
A imigração é talvez o mecanismo mais utilizado pelo capital, no intuito de aumentar a oferta de mão e consequentemente fazer baixar os salários. Ao longo dos tempos a “importação” massiva de mão-de-obra tem sido a melhor arma contra as justas reivindicações dos trabalhadores. Foi assim durante a construção dos caminhos-de-ferro americanos quando o capital combateu as lutas operárias, com vagas e vagas de trabalhadores chineses e mexicanos e só assim se compreende que nos nossos tempos conquistas como a idade de reforma, ou os horários de trabalho, estejam a ser postas em causa somente porque a burguesia reinante possui nos bancos de suplentes mais uma grande quantidade de jogadores que não hesitará em por a jogar caso a oposição às reformas assim o justifique.
Em quase toda estas manobras sujas do capital, foi muitas vezes confundido o inimigo, é certo que a politica de portas escancaradas trás aos países muita gente que longe de procurar uma vida melhor, apenas imigra porque os “os programas de novas oportunidades” dos países de acolhimento lhes vão facilitar a continuação da actividade criminosa. No entanto a esmagadora maioria dos imigrantes saem dos seus países de origem no intuito de procurar uma vida melhor e aqui começa mais uma ajuda ao grande capital apátrida. Assim é certo que para sair de um país é necessário algum poder económico e também uma certa dose de informação, sendo por isto que a vaga de imigrantes é normalmente constituía por classes um pouco mais favorecidas, sendo que estes estratos sociais são peças importantes no desenvolvimento dos seus países. Ficando para traz aqueles mais desfavorecidos e meia dúzia de déspotas que o neocolonialismo faz questão em sustentar. Sem o sangue necessário para fazer progredir o aparelho produtivo pode o grande capital continuar a sugar as matérias-primas em troca de bens essenciais que estes países nunca produzirão. Fora do baralho ficam aquelas regiões que não possuem moeda de troca, para essas está reservada a caridadezinha as guerras a miséria e a fome.
Confundir a luta contra a imigração descontrolada, com racismo e xenofobia tem sido a nova arma do sistema para calar aqueles que se atrevem a falar, Infelizmente alguns mentecaptos tem dado uma boa ajuda ao sistema quando, através de actos impensados lhes fornecem munições para confundir a opinião publica, sabemos bem como os media utilizam na suas campanhas de desinformação todos os actos de descriminação, não tendo em relação ao infractor a mesma compreensão e condescendência que tem em relação a outro tipo de crimes. Subitamente como por magia a teoria de que a sociedade está na origem das acções criminosas e outros justificativos já não são contabilizados, sendo o alegado racista queimado imediatamente na fogueira dos hereges.
Um dia a historia classificará a imigração como a escravatura dos tempos modernos, entretanto temos de continuar a denunciar sem discriminar, temos de esclarecer sem comprometer.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

O candidato do PS

Folk Cantanhede

Relatórios





Panorama da Educação Portugal país da OCDE onde a população passou menos anos a estudar Portugal é o país da OCDE onde a população adulta passou menos tempo no sistema de ensino: apenas oito anos e meio, menos 3,4 do que a média dos países da organização. O relatório "Panorama da Educação de 2006", hoje divulgado, conclui também que as escolas portuguesas são também as que menos horas dedicam à Matemática. O documento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) coloca Portugal no fim da lista quanto ao tempo que a população entre os 25 e os 64 anos passou em estabelecimentos de ensino. No topo surge a Noruega, onde a população permanece em média quase 14 anos no sistema educativo, seguida da Alemanha, Dinamarca e Estados Unidos, todos acima dos 13 anos. Por outro lado, o número de pessoas entre os 25 e os 34 anos que concluíram o ensino secundário tem vindo a aumentar. A média da OCDE é de 77 por cento e em Portugal esta percentagem situa-se nos 40 por cento - é o quarto valor mais baixo, depois do México (25), Turquia (33) e Brasil (38). Portugal desce mais ainda quando se analisa a população entre os 25 e os 64 que tem o 12º ano: é o penúltimo, com 25 por cento, apenas à frente do México, com 23 por cento. Quanto ao Ensino Superior, o relatório indica que, em Portugal, cerca de 20 por cento das pessoas entre os 25 e os 34 anos possuem um diploma universitário, mas o valor cai para 10 por cento na faixa etária entre os 45 e os 54 anos. Menos tempo para a Matemática e língua materna O mesmo estudo da OCDE mostra que Portugal é o segundo país da organização que menos tempo dedica à Matemática, no 2º Ciclo do Ensino Básico (entre os 9 e os 11 anos): apenas 12 por cento do currículo passa por aquela disciplina, menos quatro por cento do que a média dos países analisados. Só a Austrália dedica menos tempo à Matemática (nove por cento), enquanto que o México surge no topo tabela (25 por cento). Da mesma forma, Portugal é penúltimo no tempo dedicado às competências ligadas à língua materna, como a leitura e a escrita: apenas 15 por cento do currículo, menos nove por cento do que a média. Uma vez mais, a Austrália ocupa o último lugar, com 13 por cento. França, Holanda e México (com 30 por cento) são, por contraste, os países que mais aulas consagram à língua. Só no tempo dedicado às línguas estrangeiras Portugal ultrapassa a média, com 11 por cento do currículo (média de oito por cento), uma superioridade alcançada também na área das tecnologias, que absorve 12 por cento do currículo dos alunos portugueses e apenas dois por cento na média. Menos aulas, mas mais tempo na escola Apesar de terem menos tempo de aulas na maioria das áreas, os alunos portugueses acabam por passar mais horas na escola do que a média dos países da OCDE. De acordo com esta pesquisa, os alunos portugueses do 2º Ciclo passam cerca de 874 horas por ano no estabelecimento de ensino (mais 66 do que a média), enquanto os do 3º Ciclo, entre os 12 e os 14 anos, despendem na escola 937 horas, (mais 43 do que o geral). Em termos gerais, a OCDE considera que o nível educativo aumentou nos seus Estados-membros, mas pede sistemas pedagógicos mais ambiciosos e uma aposta no ensino universitário para enfrentar os novos desafios sociais. Com Lusa Fonte: http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/20060912+Panorama+da+Educacao.htm

Relatório da OCDE sobre Educação

A Educação de Soslaio Desdiz uma Ministra Generosa Posted by Paulo Guinote under A Bolsa , Informação , Números [3] Comments Por indicação do Nuno Sousa encontro o volume para 2007 do Education at a Glance da OCDE. Começo pelo sumário executivo e lá encontro a tabela comparativa dos salários, em que o valor médio, calculado para 15 anos de experiência, nos dá o 21º lugar em 30 países, isto com as ponderações do costume e tudo o mais. Claro que é exactamente por aí que o ME decidiu apertar o garrote da progressão. Entretanto também são torpedeadas e afundadas as declarações que o leque salarial dos docentes portugueses é caracterizado por ser muito baixo á entrada e muito alto no topo. Em qualquer das situações os valores ponderados colocam-nos fora dos tops reclamados pela ministra. Não estamos nos cinco melhor pagos à saída, mas ficamos nos cinco-seis piores à entrada, para além de que estes dados são de 2005, pelo que o congelamento nas progressões ainda deve ter desvalorizado mais, em termos relativos, os ganhos no topo.


Mas provavelmente o ME considerará que estes valores estão mal ponderados e que o mais certo é a OCDE se querer promover à custa da Educação em Portugal, apenas esperando pelo comunicado equivalente ao lançado contra a DECO que é também é uma organização com quatro letras na sigla. Aguarda-se, do mesmo modo, que leitura será feita do relatório pela imprensa, caso opte por fazê-la sem ser com base no digest fornecido pelo Gabinete de Comunicação do ME. http://educar.wordpress.com/

Relatório anual analisa sistemas educativos de países membros e parceiros da OCDE

«EDUCATION AT A GLANCE 2006»

São 449 páginas de notas e estatísticas sobre variados aspectos ligados à educação de mais de 27 países dos cinco continentes. A PÁGINA da Educação leu o relatório e destaca alguns dados para análise. Quanto gastam os governos na educação de um aluno por ano, do pré-escolar ao ensino superior? Quem são os alunos que passam mais tempo na escola? Que percentagem de alunos abandona a escola após a conclusão do ensino básico? Em início de carreira e após 15 anos de serviço, qual o salário de um professores? E quantos alunos tem um professor por turma? Estas são algumas das questões para as quais procuramos resposta no “Education at a Glance 2006” [Panorama Educativo 2006]. A versão integral do relatório está disponível para consulta no site www.oecd.org da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Na escola após o ensino obrigatório
Muitos factores influenciam a decisão de continuar a estudar para além do ensino obrigatório. A falta de qualificações é apontada como uma das causas do desemprego e da exclusão social dos jovens. Apesar da importância da qualificação a verdade é que, nos últimos anos, o abandono do ensino secundário tem vindo a crescer em muitos países, segundo os dados fornecidos pelo relatório da OCDE.A idade em que termina a frequência obrigatória do ensino varia entre os 14 anos, na Coreia do Sul, Turquia e em países parceiros da OCDE como o Brasil e Chile, e os 18 anos na Bélgica, Alemanha e Holanda. Os restantes países posicionam-se entre estes dois extremos, com os alunos a poderem deixar a escola aos 15 ou 16 anos. Apesar da taxa de permanência na escola tender a ser alta até ao fim do ensino obrigatório entre os países da OCDE, na Alemanha, México, Holanda, Nova Zelândia, Turquia, Estados Unidos e Federação Russa [parceiro da OCDE] mais de 10 por cento dos alunos abandona a escola antes de atingirem a idade legal para o poderem fazer. Este abandono pode provocar mais ou menos preocupações em função da escolaridade obrigatória de cada pais. Sendo sempre preocupante, é mais preocupante nos países em que a idade legal é mais baixa do que naqueles em que é mais alta. Assim, é de ter em conta que a idade legal de abandono é de 18 anos para os alunos alemães e holandeses e de 17 [em média] para os americanos. Na verdade, segundo os dados do relatório da OCDE, a maior taxa de abandono do sistema educativo não ocorre no fim do ensino obrigatório [em geral], mas sim no do ensino secundário. Com 16 anos, 91 por cento dos alunos ainda permanece no sistema de ensino. Depois dessa idade as taxas de permanência começam a descer: alunos com 17 anos (82%), com 18 anos (53%) e 19 anos (28%). Países como a Bélgica, República Checa, Finlândia, Alemanha, Japão, Coreia do Sul, Noruega, Polónia e Suécia, são menos afectados pelo fenómeno do abandono escolar mais precoce.
Frequência do ensino superior
Tal como acontece em relação ao ensino secundário, a empregabilidade aparece, no relatório da OCDE, associada à participação dos alunos no ensino superior. Mas o acesso a este nível de ensino continua a ser, na maioria dos países bastante condicionado pelo número de vagas disponíveis. Por outro lado, as taxas de abandono e insucesso no ensino superior parecem estar, muitas vezes, relacionadas com a duração dos cursos.No que diz respeito ao abandono, o relatório “Education at a Glance”, revela que em Portugal, onde a duração dos cursos continua a oscilar entre os quatro a cinco anos, apenas 68 por cento dos alunos que ingressam no ensino superior o concluem. Um valor situado abaixo da média dos países da OCDE, que é de 70 por cento.Na Austrália, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Grécia, Islândia, Coreia do Sul, Nova Zelândia, Noruega, Polónia, Espanha, Suécia e Estados Unidos, os estudos superiores têm a duração média de três anos ou mais. Pelo contrário, no México, Eslováquia e Turquia os cursos normalmente duram menos de dois anos.Entre os países que mais alunos tiveram a ingressar no ensino superior em 2004 contam-se: Nova Zelândia (90%), Suécia e Islândia (80%), Finlândia (75%) e Polónia (70%). Países como a Alemanha, Áustria e Suíça apresentam percentagens que não alcançam os 40 por cento. De modo geral, comparativamente à percentagem de alunos que ingressou no ensino superior em 2000, todos os 27 países membros da OCDE sofreram um aumento do número de admissões, à excepção da Espanha que viu essa percentagem descer cerca de 3 por cento. No que toca a Portugal, o relatório não dispõe de dados sobre este parâmetro.Assumindo que as actuais taxas de ingresso permanecem as mesmas, o relatório “Education at Glance”, prevê que no futuro 53 por cento dos jovens dos países da OCDE (52% na Europa dos 19) possam vir a frequentar o ensino universitário durante as suas vidas, 16 por cento frequentará o ensino politécnico.
fONTE: A PÁGINA

Relatório da OCDE sobre Educação.

Relatório da OCDE sobre Educação.Consulte a última versão (2006) do Education at a Glance, publicado pela OCDE.
"Se consultar a página 58, verá desmontada a convicção generalizada de que os professores portugueses passam pouco tempo na escola e que no estrangeiro não é assim. É apresentado no estudo o tempo de permanência na escola, onde os professores portugueses estão em 14º lugar (em 28 países), com tempos de permanência superiores aos japoneses, húngaros, coreanos, espanhóis, gregos, italianos, finlandeses, austríacos, franceses, dinamarqueses, luxemburgueses, checos, islandeses e noruegueses!-No mesmo documento de 2006 poderá verificar, na página 56, que os professores portugueses estão em 21º lugar (em 31 países) quanto a salários!-Na página 32, poderá verificar que, quanto a investimento na educação em relação ao PIB, estamos num modesto 19º lugar (em 31 países) e que estamos em 23º lugar (em 31 países) quanto ao investimento por aluno."-O documento está lá e a identidade que o produziu é idónea. A leitura é simples e a conclusão óbvia.
"Roubado" de IN-PROVÁVEL

quarta-feira, 15 de julho de 2009

A minha escola não é esta



Há demasiadas crianças e adolescentes que fazem da escola um problema para si e para os outros: pais, família, professores, sociedade em geral. São rapazes e raparigas que, mesmo possuindo capacidades cognitivas suficientes para progredirem mais e melhor, não conseguem aprender, e expressam o seu mal-estar interior em múltiplos problemas de comportamento, desde a hiperactividade à agressividade, ao desinteresse e ao abandono escolar.Em Portugal, os números falam por si, numa área muito importante como esta, os resultados em língua portuguesa e matemática são maus, todos os anos abandonam a escola um número muito significativo de alunos, as denúncias de agressões multiplicam-se, os consumos de substâncias aditivas preocupam, a desmotivação dos professores sente-se, os Serviços de Psicologia e Orientação, as Equipas de Pedopsiquiatria e as Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo são constantemente solicitadas a intervir em situações de dificuldades de aprendizagem e comportamento em meio escolar.Este livro de Pedro Strecht, com prefácio de John Diamond, CEO da Mulberry Bush School, Oxford, fornece uma visão psicodinâmica destas dificuldades, através de uma abordagem teórica sistematicamente ilustrada por múltiplos exemplos práticos e organiza-se como uma ajuda a todos aqueles que se interessam por temas da infância e adolescência e suas problemáticas escolares, como pais, educadores, professores, psicólogos, assistentes sociais ou médicos.

Manuel Ruivo é o candidato do PS Cantanhede


O nosso candidato do PS


Foi com grande entusiasmo que vi no jantar do Folk Cantanhede o camarada Ruivo assumindo-se como o futuro Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede. É em redor do nosso candidato que deveremos (todos os socialistas) lutar e apoiar para que possamos ter de novo um executivo socialista que tenha como objectivo único a resolução dos problemas dos cidadãos.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Ainda há esperança



A procuradora do MP, de uma forma curta «seca, sintética», pediu condenações efectivas «nunca inferiores a sete anos» para o marroquino Ahmed Salaoui; seis anos para A. P.; cinco anos para H. N.; e quatro anos e três meses para M. C. e A. S., estes com pena suspensa. MP do Tribunal de Cantanhede considerou “mais que provado” que os cinco acusados de tráfico de
droga “praticaram os factos da acusação” e pediu condenação de todos
Apesar de pensarmos que o trafico de estupefacientes devia ter penas bem mais pesadas e caso cometido por estrangeiros a pena devia prever a expulsão imediata do nosso país, congratulamo-nos com o facto de uma procuradora remar contra a corrente e ter a coragem de tentar fazer justiça o que convenhamos vai sendo raro n este país.
A escumalha que se dedica ao tráfico de droga deve sentir a mão pesada da justiça, pois é uma das formas de combater o flagelo da toxicodependência.
Neste particular a imigração descontrolada, a ausência de controlo nas fronteiras veio facilitar a vida aos traficantes, é mais uma prenda envenenada desta Europa de federastas, que por esta e outras razões não nos serve.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Eles andam aí

Milhares de euros de prejuízo são o resultado do assalto ao posto de abastecimento de combustíveis da Alves Bandeira, na EN 234, em Cantanhede. PJ está a investigar
No espaço de poucos dias a criminalidade voltou a fazer das suas no Concelho de Cantanhede.

O clima de impunidade que o sistema pouco a pouco foi patrocinando, fazem com que o insegurança o medo a criminalidade alastrem como uma onda por todo o país.
Os grande senhores do templo, que vivem em condomínios de luxo e bem protegidos pelas forças policiais, estão a transformar um país onde a segurança era um dado adquirido, onde se podia viver em paz, num estado altamente perigoso, qual cidade violenta da América do sul.
A melhoria da Segurança, em todos os seus aspectos, não passa apenas pelo aumento do número dos agentes em serviço nas Forças Policiais, passa, antes de mais, pelas condições que lhes sejam dadas para o exercício das suas missões e por uma adequação das penas à gravidade dos crimes. Ou seja, o Código Penal, no seu todo, terá de ser uma força dissuasora da criminalidade.
Contrariamente ao que muitos propalam, por inconfessados interesses, a acção das Polícias é altamente positiva, mesmo lutando com múltiplas dificuldades.
Mas essa acção não é apoiada pelos Tribunais, não por culpa dos juízes mas por força da Lei que os limita. Impõe-se uma revisão realista do Código Penal que, sem desrespeitar os Direitos do Homem, respeite os direitos fundamentais dos cidadãos pacíficos e cumpridores.
Estes têm que se sobrepor forçosamente a qualquer tipo de direitos dos criminosos, dada a vaga crescente de crimes de grande violência, sobretudo nas zonas urbanas.

sábado, 27 de junho de 2009

Que tempos estes... Para refletir


"e porque não quero ser contaminado por essa espuma negra e suja que flutua neste PS, porque não quero conviver com este lixo tóxico, porque não quero fazer parte deste eucaliptal, que tudo pretende secar á sua volta, que aqui quis dizer isto e dizer-vos que por estas razões, e já o disse ao Presidente da Concelhia, que não contem comigo para fazer parte de nada onde essas pessoas estiverem ."


Retirado do blog Terra da Pedra

... parece que secam tudo à nossa volta!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Cantanhede - Assalto “cirúrgico” no Modelo para “limpar” loja Worten


O mais recente hipermercado de Cantanhede foi assaltado. Ladrões foram ao Modelo, “rasgaram” uma parede metálica e atacaram o alvo: a loja Worten.
As pequenas cidades, porque muito menos policiadas e com menos movimento durante a noite são atractivas para a criminalidade.
Se acrescentarmos a clima de impunidade de que gozam os criminosos e a fraca aposta na segurança e prevenção, chegamos à conclusão que com este sistema o crime compensa e quando ajudado com parcerias internacionais é muita atractivo.
Só quando o legislador abandonar os complexos da esquerda burguesa e quando for restaurada a autoridade e capacidade de actuação às nossas forças policias é possível viver em segurança e por consequência em liberdade.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Conferência de imprensa sobre a co-incineração


O Supremo Tribunal Administrativo reconheceu a existência de manifesto lapso no seu Acórdão de 7.05.2009 quanto à afirmação de que «não houve contra-alegações da nossa parte», mas não considerou, por tal motivo, nulo o supra-referido Acórdão .
Os Juízes que assinaram esse Acórdão não leram o processo na íntegra, pois a existência das 30 páginas que comportam as nossas contra-alegações em que defendíamos, para além doutras teses, também a da inadmissibilidade dos recursos interpostos pelo Ministério do Ambiente e pela Cimpor. Mais do que manifesto lapso houve negligência por parte dos 3 Juízes que assinaram esse Acórdão, pois não leram o processo na íntegra. Se o tivessem feito ter-se-iam apercebido das 30 páginas.
Agora o processo vai ser distribuído a outros 3 Juízes ( um dos quais será o Relator ) que irão julgar os 2 recursos .
Mantém-se suspensa a co-incineração de resíduos perigosos em Souselas, visto que os recursos não têm efeito suspensivo da decisão recorrida.
Irá ser promovida uma Conferência de Imprensa no Hotel D. Luís em Coimbra amanhã 4ª feira 17.06.2009 às 11 horas para dar conhecimento do recente Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo relativo à co-incineração de resíduos perigosos em Souselas / Coimbra .
Serão dados alguns esclarecimentos técnico-jurídicos sobre a decisão ora tomada e os seus efeitos práticos.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Ani Choying Drolma - "A Minha Voz Pela Liberdade"


Lançamento de livro

Organizador: União Budista Portuguesa e Grupo de Apoio ao Tibete


Data: Sexta, 19 de junho de 2009
Hora: 18:30 - 20:30
Localização: Anfiteatro III - Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa
Endereço: Alameda da Universidade
Cidade: Lisboa, Portugal

E-mail: grupodeapoioaotibete