domingo, 22 de março de 2009
sábado, 21 de março de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
IX Feira do Bolo de Ançã
A Feira do Bolo de Ançã é um daqueles atractivos com sabor, para nos levar à descoberta do país, das gentes e da paisagem que vale a pena conhecer.
Num Concelho como o de Cantanhede, rico em natureza e com tantas referências dos valores patrimoniais que reafirmam as vivências peculiares das três regiões naturais, com a Gândara espraiada pelo mar; a Bairrada, no interior, onde as estações do ano se contam pelo crescer da vinha; e o Baixo Mondego, a Sul, num vale contíguo às pedreiras da famosa pedra de Ançã.
A feira realiza-se este ano no dia 29 de Março e é um óptimo motivo para visitar esta vila e a região.
quarta-feira, 11 de março de 2009
A bela Lua Cheia
O Luar quando Bate na Relva
O luar quando bate na relva
Não sei que cousa me lembra...
Lembra-me a voz da criada velha
Contando-me contos de fadas.
E de como Nossa Senhora vestida de mendiga
Andava à noite nas estradas
Socorrendo as crianças maltratadas ...
Se eu já não posso crer que isso é verdade,
Para que bate o luar na relva?
Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema XIX" Heterónimo de Fernando Pessoa
terça-feira, 10 de março de 2009
domingo, 8 de março de 2009
quarta-feira, 4 de março de 2009
O Blog do 9ºB da Escola EB 2,3 de Cantanhede

Este blog é feito nas aulas de Área de Projecto onde lecciono. Vale a pena passarem por lá e deixar um comentário de apoio ao trabalho destes alunos. Bom trabalho Francisco Paixão. Visitem AQUI
“Cantanhede aproveitou sinergias para captar massa cinzenta”
O projecto foi ontem apresentado, no Verão arrancam as obras e em finais de 2010 ou início de 2011, é inaugurado o Centro de Formação e Inovação Empresarial de Cantanhede, da responsabilidade do Conselho Empresarial do Centro/Câmara de Comércio e Indústria do Centro (CEC/CCIC), entidade à qual a Câmara de Cantanhede disponibilizou o edifício da antiga fábrica Cobai, na zona industrial.Esta cooperação entre o CEC e a Câmara de Cantanhede resulta de um trabalho de mais de um ano entre as duas entidades, culminando ontem com a apresentação do projecto de requalificação daquele edifício, da autoria de Luís Neto, e que vai permitir a instalação de um conjunto de entidades e serviços, que contribuirão para o reforço da dinamização da estrutura socioeconómica e fixação de pessoas no concelho cantanhedense.«Hoje estamos a corporizar uma nova batalha para ganharmos a guerra», frisou o presidente da Câmara, sustentando que esta é «a grande obra que este executivo tem neste mandato». João Pais de Moura recordou os dois longos anos que ocupou a congregar vontades para a ocupação daquele edifício no seu todo «e trazer para Cantanhede novas valências», encontrando no CEC, «representante de mais de 140 mil empresas», o parceiro ideal para acentuar Cantanhede no mapa do desenvolvimento.A mesma satisfação por este «casamento feliz» demonstrou o presidente do CEC, Almeida Henriques, considerando que este projecto constitui «um salto» na promoção do empreendedorismo e inovação, «visando a agregação de todas as valências do Conselho Empresarial do Centro».Considerando não fazer sentido que a sede do CEC tenha de estar obrigatoriamente na capital do distrito, Almeida Henriques considera a transferência desta entidade para Cantanhede a demonstração de «uma visão global» das actividades da região. Por isso o projecto prevê uma central de serviços do CEC(CCIC «para onde se transferirão as nossas associadas», mas também uma incubadora de empresas com uma estratégia definida: «desenvolver vida através deste edifício»Autarquia com visãoA rápida acessibilidade a Cantanhede foi também «uma motivação forte» para esta parceria e Almeida Henriques enfatizou o trabalho de todos no mesmo sentido para a promoção do empreendedorismo e enalteceu a abertura de espírito do executivo da Câmara, sobretudo de João Pais de Moura, «que teve visão para abraçar este novo desafio» e soube aproveitar «as sinergias para captar massa cinzenta para Cantanhede».«Este é um bom exemplo e um bom sinal para outras autarquias do Interior», anotou Almeida Henriques.Os mesmos elogios teceu o presidente da ACIC – Associação Comercial e Industrial de Cantanhede, Paulo Mendo, que não vendo «inconveniente que o CEC mude de Coimbra para Cantanhede», também viu «com muito interesse» a transferência da delegação da ACIC em Cantanhede, «um concelho muito activo no distrito» para o futuro Centro de Formação e Inovação Empresarial. Da mesma forma se expressou o líder da Associação Empresarial de Cantanhede, Luís Roque, que vê neste projecto uma forma de criação «de mais um pólo de atracção para Cantanhede».Almeida Henriques “baptizou” edifícioNo final da apresentação do projecto do arquitecto Luís Neto, Almeida Henriques quebrou o protocolo para “baptizar” o edifício. Não se sabe se o presidente do CEC já trazia o nome na mente ou se ocorreu na altura. Na maqueta do projecto constava “Reabilitação do Antigo Edifício Industrial de Cantanhede” e o dirigente atalhou: «Como tributo a toda a região vou baptizar o edifício como “Edifício Centro”. Espero que aceitem». O nome foi consensual e João Moura garantiu mesmo que ia defender aquele “baptismo” «intransigentemente». O que Almeida Henriques não disse foi o valor do investimento, embora já tenha um projecto de financiamento de parceria público/privado. Para o arranque da obra, prevista para o início do Verão, Almeida Henriques espera que a burocracia não “emperre”, adiantando que o prazo de execução é de «um ano e meio», dois anos na pior das hipóteses. João Moura garantiu que pela parte da autarquia vai haver «via verde» para a aprovação do projecto, pelo que tudo se conjuga para que a obra arranque mesmo em Maio ou Junho. J.C.SEntidades e serviços a instalar no edifícioA cooperação entre a Câmara de Cantanhede e o CEC vai permitir a instalação de um conjunto de entidades e serviços no antigo edifício da Cobai que, na óptica de João Moura, irão contribuir para reforçar «a dinamização da estrutura socioeconómica» e para a fixação de pessoas no concelho. O projecto de requalificação do edifício prevê o Centro Venture da Enterprise Europe Network, consórcio que associa organizações que proporcionam um conjunto de serviços descentralizados e de proximidade às PME’s; e ainda a Agência de Desenvolvimento Regional WinCentro, que terá por objecto a captação de investimento nacional e estrangeiro para o Centro de Portugal, bem como uma Incubadora de Empresas «numa lógica de projectos a alocar aos Parques Empresariais do Centro. O projecto contempla ainda a criação de um Centro de Excelência para a promoção do empreendedorismo e inovação e o pólo Enterprise Europe Network «e respectivas estratégias de internacionalização», além de espaços e salas polivalentes, tendo em vista a dinamização de eventos de cariz nacional e regional, incluindo conferências, exposições e mostras económicas. Além da AEC, ACIC, Escola Técnico Profissional de Cantanhede, a Câmara de Cantanhede está em negociações para que outras entidades locais venham a instalar-se na área (1.044 m2) que lhe é reservada neste projecto, entre o piso zero e um. O CEC vai ocupar 2.204 m2 do piso zero ao piso quatro.
J.C.S. Fonte : Diário de Coimbra
terça-feira, 3 de março de 2009
República das bananas

Um total de 20 aquecedores foi comprado pela Associação de Pais da EB 2/3 de Cantanhede. Medida surgiu para combater o frio a que os alunos estavam sujeitos na sala de aula.
Se acrescentarmos a isto que nalgumas escolas do concelho são as Associações da Pais que garatem a presença de uma auxiliar de educação e o facto de muitas dessas escola precisarem de obras urgentes, podemos concluir que para Magalhães e Campos de Golfe existe dinheiro, para coisas bem mais importantes não.
segunda-feira, 2 de março de 2009
“Não quero fazer papel de Américo Tomás”
Jorge Martins alega que a “falta de lealdade” o levou a recusar ser reconduzido na presidência do Hospital de Cantanhede
O cirurgião Jorge Martins, ainda presidente do conselho de administração do Hospital Arcebispo João Crisóstomo (HAJC) de Cantanhede, explicou ao Diário de Coimbra os verdadeiros motivos porque se demitiu do cargo que ocupa desde 2005. Ou melhor: por que não aceita a recondução na presidência e direcção do hospital. Porque, na verdade – começou por adiantar –, «não me demiti, mas sim pedi à tutela para não me reconduzir, como, aliás, estava planeado e garantido».
Então, o que levou este clínico a tão drástica medida, uma vez que tinha o apoio quer da ARS Centro quer do Ministério da Saúde? Jorge Martins foi claro e não deixou margem para dúvidas: «Não quero fazer o papel de Américo Tomás!». E explicou o que deixa entender esta enigmática frase: «Sou presidente do conselho administrativo, director executivo e não tenho peso nenhum. Os outros dois elementos têm mais votos e chumbam todas as minhas propostas e eu não sou nem quero ser um presidente decorativo, fazer o papel de Américo Tomas», revela o médico cirurgião, militante socialista e deputado da Assembleia Municipal de Cantanhede.
As críticas e o motivo da sua recusa na recondução do cargo são direccionados aos restantes elementos do conselho de administração, a enfermeira chefe e directora Áurea Andrade e à médica e vogal executiva Isabel Neves.
«Alguém pensou que eu não voltava mais [Jorge Martins foi sujeito a um transplante na Corunha, onde esteve largos meses] e quando regressei senti que não foram correctas comigo e encontrei razões que entendi fortes para tomar esta decisão», adiantou o clínico, especificando: «As minhas propostas eram chumbadas com os votos desses elementos, que adoptaram uma postura de afastamento do director do hospital».
«O funcionamento da administração estava em causa e não podia pactuar com esta situação», argumenta Jorge Martins, confirmando uma alegada incompatibilidade com a enfermeira e médica que fazem parte da actual administração hospitalar.
O cirurgião, actualmente em férias até ao próximo dia 13 de Março, diz que tentou «chegar a um consenso» com as suas colegas de direcção, falando com Áurea Andrade e Isabel Neves, para «apaziguar» o alegado conflito existente na administração hospitalar, «mas não foi possível e fiquei com o saco cheio», alega o ainda administrador, acusando aquelas responsáveis de falta «de lealdade».
Regressar “às origens”
Garantindo que a sua recondução no cargo «estava garantida com a tutela», Jorge Martins afirma que também chegou a falar com os seus superiores hierárquicos (ARS Centro), antes de decidir bater com a porta, para se chegar ao desejado consenso na administração hospitalar, o que também não terá sido conseguido.
«Sou extremamente pragmático e se as razões que marcam a minha atitude se mantiverem, não estou disponível para continuar», frisa o clínico, sublinhando que «se estivesse agarrado ao lugar não saía».
Agora, Jorge Martins espera que a tutela nomeie o seu substituto até ao final das férias que está a gozar para entrar «num período sabático, de reflexão» e, depois, «regressar às origens», ou seja, ao hospital da Covilhã, onde foi «cirurgião durante 20 anos», já que a reforma ainda está longe. «Tenho apenas 55 anos e ainda tenho muito para dar», anota.
Este clínico, recorde-se, exerceu funções de médico cirurgião em Cantanhede, Coimbra, Madeira, Covilhã, onde também foi administrador hospitalar, e regressou a Cantanhede em 2005, iniciando uma profunda remodelação no Arcebispo João Crisóstomo que culminou com a total requalificação do edifício hospitalar e introdução de novos serviços.
“Não quero usar o mesmo
canal de comunicação”
Face às críticas de Jorge Martins às suas colegas na administração do hospital de Cantanhede, o Diário de Coimbra falou com a enfermeira Áurea Andrade e a médica Isabel Neves. A enfermeira remeteu-se ao silêncio e não quis comentar qualquer afirmação do médico cirurgião, sustentando que o assunto «está a ser tratado pela tutela». Isabel Neves também não quis alimentar qualquer polémica, mas sempre disse que «estamos num país livre» e que cada um «pode dizer o que quer». Esta responsável frisa que não é «elemento (do conselho administrativo) nomeado pela política» e, por isso, não pretende meter-se em assuntos políticos. Porém, Isabel Neves argumenta que Jorge Martins «optou por um canal de comunicação que considerou mais adequado para poder passar as suas ideias, mas eu não quero utilizar o mesmo canal».
FONTE
O cirurgião Jorge Martins, ainda presidente do conselho de administração do Hospital Arcebispo João Crisóstomo (HAJC) de Cantanhede, explicou ao Diário de Coimbra os verdadeiros motivos porque se demitiu do cargo que ocupa desde 2005. Ou melhor: por que não aceita a recondução na presidência e direcção do hospital. Porque, na verdade – começou por adiantar –, «não me demiti, mas sim pedi à tutela para não me reconduzir, como, aliás, estava planeado e garantido».
Então, o que levou este clínico a tão drástica medida, uma vez que tinha o apoio quer da ARS Centro quer do Ministério da Saúde? Jorge Martins foi claro e não deixou margem para dúvidas: «Não quero fazer o papel de Américo Tomás!». E explicou o que deixa entender esta enigmática frase: «Sou presidente do conselho administrativo, director executivo e não tenho peso nenhum. Os outros dois elementos têm mais votos e chumbam todas as minhas propostas e eu não sou nem quero ser um presidente decorativo, fazer o papel de Américo Tomas», revela o médico cirurgião, militante socialista e deputado da Assembleia Municipal de Cantanhede.
As críticas e o motivo da sua recusa na recondução do cargo são direccionados aos restantes elementos do conselho de administração, a enfermeira chefe e directora Áurea Andrade e à médica e vogal executiva Isabel Neves.
«Alguém pensou que eu não voltava mais [Jorge Martins foi sujeito a um transplante na Corunha, onde esteve largos meses] e quando regressei senti que não foram correctas comigo e encontrei razões que entendi fortes para tomar esta decisão», adiantou o clínico, especificando: «As minhas propostas eram chumbadas com os votos desses elementos, que adoptaram uma postura de afastamento do director do hospital».
«O funcionamento da administração estava em causa e não podia pactuar com esta situação», argumenta Jorge Martins, confirmando uma alegada incompatibilidade com a enfermeira e médica que fazem parte da actual administração hospitalar.
O cirurgião, actualmente em férias até ao próximo dia 13 de Março, diz que tentou «chegar a um consenso» com as suas colegas de direcção, falando com Áurea Andrade e Isabel Neves, para «apaziguar» o alegado conflito existente na administração hospitalar, «mas não foi possível e fiquei com o saco cheio», alega o ainda administrador, acusando aquelas responsáveis de falta «de lealdade».
Regressar “às origens”
Garantindo que a sua recondução no cargo «estava garantida com a tutela», Jorge Martins afirma que também chegou a falar com os seus superiores hierárquicos (ARS Centro), antes de decidir bater com a porta, para se chegar ao desejado consenso na administração hospitalar, o que também não terá sido conseguido.
«Sou extremamente pragmático e se as razões que marcam a minha atitude se mantiverem, não estou disponível para continuar», frisa o clínico, sublinhando que «se estivesse agarrado ao lugar não saía».
Agora, Jorge Martins espera que a tutela nomeie o seu substituto até ao final das férias que está a gozar para entrar «num período sabático, de reflexão» e, depois, «regressar às origens», ou seja, ao hospital da Covilhã, onde foi «cirurgião durante 20 anos», já que a reforma ainda está longe. «Tenho apenas 55 anos e ainda tenho muito para dar», anota.
Este clínico, recorde-se, exerceu funções de médico cirurgião em Cantanhede, Coimbra, Madeira, Covilhã, onde também foi administrador hospitalar, e regressou a Cantanhede em 2005, iniciando uma profunda remodelação no Arcebispo João Crisóstomo que culminou com a total requalificação do edifício hospitalar e introdução de novos serviços.
“Não quero usar o mesmo
canal de comunicação”
Face às críticas de Jorge Martins às suas colegas na administração do hospital de Cantanhede, o Diário de Coimbra falou com a enfermeira Áurea Andrade e a médica Isabel Neves. A enfermeira remeteu-se ao silêncio e não quis comentar qualquer afirmação do médico cirurgião, sustentando que o assunto «está a ser tratado pela tutela». Isabel Neves também não quis alimentar qualquer polémica, mas sempre disse que «estamos num país livre» e que cada um «pode dizer o que quer». Esta responsável frisa que não é «elemento (do conselho administrativo) nomeado pela política» e, por isso, não pretende meter-se em assuntos políticos. Porém, Isabel Neves argumenta que Jorge Martins «optou por um canal de comunicação que considerou mais adequado para poder passar as suas ideias, mas eu não quero utilizar o mesmo canal».
FONTE
domingo, 1 de março de 2009
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Prémio Literário Carlos Oliveira

Já está a decorrer a segunda edição do concurso. Os candidatos têm de entregar as obras (inéditas) até ao próximo dia 15 de AbrilNo próximo dia 15 de Abril, termina o prazo de entrega de obras concorrentes à segunda edição do Prémio Literário Carlos de Oliveira, iniciativa que tem como objectivo estimular a criação literária numa homenagem a uma das grandes referências literárias portuguesas da segunda metade do século XX. Instituído pelo município de Cantanhede e pela Fundação Carlos de Oliveira, o prémio consiste numa verba de 5.000 euros e na edição da obra vencedora.O concurso literário é aberto à participação de autores dos Países de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), que podem concorrer apenas com uma obra, inédita e não editada, em prosa narrativa (conto ou romance). Os originais, num mínimo de 120 páginas em formato A4, terão de ser remetidos, até ao próximo dia 15 de Abril, para o Museu da Pedra de Cantanhede, Largo Cândido dos Reis, n.o 4, 3060-174 Cantanhede.De acordo com o regulamento, é obrigatório que cada obra concorrente esteja assinada sob pseudónimo, bem como a entrega num sobrescrito de cinco exemplares devidamente encadernados que deverá conter ainda um outro envelope fechado e lacrado, dentro do qual deve estar a identificação e a morada do autor, mas no exterior apenas o pseudónimo correspondente.O júri do Prémio Literário Carlos de Oliveira será constituído por cinco elementos, designadamente o presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, ou alguém por si indicado, um representante da Fundação Carlos de Oliveira, um representante da Universidade de Coimbra, um representante da Associação Portuguesa de Escritores e uma personalidade do meio literário português especialmente convidada para o efeito.O vencedor e as menções honrosas que eventualmente venham a ser atribuídas serão dados a conhecer durante a primeira quinzena de Julho de 2009 e a entrega do prémio está agendada para o dia 25 desse mês, no decurso de uma cerimónia pública.Jornalista foi 1.º vencedorConforme estabelece o regulamento, o prémio não poderá ser atribuído ex-aequo, embora, em casos excepcionais, possam ser concedidas até duas menções honrosas, estas sem valor pecuniário. Por outro lado, no caso de manifesta falta de qualidade dos originais que vierem a ser submetidos a concurso, o júri pode decidir não distinguir nenhum deles. Recorde-se que na primeira edição do concurso, a obra vencedora foi “Quase Tudo Nada”, do escritor Arsénio Mota, jornalista, cronista, poeta, ensaísta, tradutor e editor de livros com vasta colaboração dispersa por jornais e revistas, além da actividade profissional que manteve durante muitos anos como redactor do Jornal de Notícias. Foram ainda distinguidos com menções honrosas “Parede de Adobo”, de João Carlos Costa da Cruz, residente em Febres, e “Visões do Azul”, de Emília Ferreira, com morada na Caparica. Iniciativa é coordenada pela Fundação Carlos de OliveiraA Fundação Carlos de Oliveira é a entidade que assegura a coordenação da segunda edição do prémio literário. Constituída em Setembro de 2008, pela autarquia de Cantanhede e por Ângela de Oliveira, viúva do autor de “Uma Abelha na Chuva” e “Finisterra”, aquela instituição tem como objectivo central promover o desenvolvimento e a dinamização do estudo da obra de Carlos de Oliveira e do seu lugar na literatura portuguesa e ficará sedeada na casa onde o escritor viveu durante vários anos, em Febres. O edifício foi adquirido pela Câmara para esse efeito e será alvo de um processo de reabilitação e ampliação projectado pelo arquitecto Francesco Marconi. Com a intervenção de fundo a realizar no imóvel, será criado um equipamento vocacionado para o desenvolvimento de actividades culturais, pedagógicas e de investigação literária, tendo como referência a vida e obra do escritor, mas que contemplará outras vertentes, entre as quais o estímulo à criação literária, nomeadamente através do Prémio Literário Carlos de Oliveira e de outras acções com enquadramento nos estatutos. Além do edifício, o património da fundação integra o espólio do escritor, constituído por livros e manuscritos, os direitos de autor e outros bens cedidos pela viúva.
Fonte: Diário de Coimbra
Escrito por José Carlos Silva
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Uma rapariga de 12 anos dá que pensar
Este vídeo está a causar polémica do outro lado do Atlântico. Lia, uma rapariga de 12 anos, quis participar num concurso na sua escola e para tal tinha de escolher um tema de discussão. Decidiu falar sobre a defesa da vida. Foi aconselhada pela professora a escolher outro tema, mas manteve-se firme e disse que ou falava sobre aquele, ou não participaria. Por fim, deixaram-na participar e defendeu tão bem a sua causa que mesmo aqueles que estavam contra não conseguiram descredibilizá-la. A própria mãe dela ficou surpreendida com esta escolha e também tentou dissuadi-la, apesar de depois lhe ter dado o seu apoio. Inicialmente, o júri do concurso pensou desqualificá-la, mas acabou por ter de lhe dar a nota máxima.
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