Valter Lemos esteve em Macau em 1984 e 1985. Era governador o Almirante Almeida e Costa, sendo o Secretário-Adjunto da Educação o Dr.Jorge Rangel. Valter Lemos era do CDS , sim, CDS! Fazia parte de uma equipa de assessores que fizeram um trabalho muito mau na Escola do Magistério Primário de Macau. Em resultado disso foi despedido por incompetência!!! E esta, hein !?
In " A educação do meu Umbigo"
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Entregar os objectivos individuais significa morrer na praia.
ENTREGAR OS OBJECTIVOS INDIVIDUAIS SIGNIFICA MORRER NA PRAIA…
Dada a quantidade de mensagens de professores angustiados com as pressões dos Conselhos Executivos e hesitantes quanto ao que devem fazer, e porque o tempo urge, envio estas considerações, que são, por enquanto, da minha exclusiva responsabilidade, agradecendo, desde já, a sua massiva divulgação.
ENTREGAR OS OBJECTIVOS INDIVIDUAIS SIGNIFICA MORRER NA PRAIA…· Significa aceitar que, no próximo ano lectivo, o modelo de avaliação imposto pelo ME se aplicará na sua versão integral.
· Significa conformar-se com a existência de titulares e de quotas.
· Significa colaborar na degradação da escola e da profissão docente.
· Significa desperdiçar toda a força acumulada nas grandiosas manifestações de 8 de Março e 8 de Novembro e nas extraordinárias greves de 3 de Dezembro e 19 de Janeiro.Rejeitar o Modelo de Avaliação do ME e continuar a contestação passa por:NÃO ENTREGAR OS OBJECTIVOS INDIVIDUAIS.
Mesmo correndo riscos, eles serão sempre insignificantes se comparados aos prejuízos provocados pela aplicação deste modelo, sobretudo tendo em conta que, neste caso, o risco será sempre muito limitado, porque:
· A entrega dos objectivos não tem carácter obrigatório, portanto, não dá lugar a qualquer sanção disciplinar.
· A não entrega dos objectivos não impede a continuação do processo de avaliação, já que a auto-avaliação é a primeira fase do processo, realizar-se-á no fim do presente ano lectivo e, apesar de ser meramente consultiva, é considerada um dever, tenha ou não se tenha apresentado objectivos.
· Os parâmetros da ficha do Presidente podem ser pontuados com ou sem objectivos definidos.· A avaliação não terá qualquer efeito nos concursos para o próximo ano lectivo.· As classificações inferiores a Bom, obtidas este ano, poderão ser corrigidas por uma avaliação extraordinária a realizar no ano seguinte.
Mesmo que assim não fosse, as consequências do não cumprimento da lei são sempre inversamente proporcionais ao número dos que não a cumprem.
140 mil processos disciplinares parariam o país mais rapidamente que o terramoto de 1755…
Por isso, a questão central, neste momento, é a seguinte:
VAMOS BAIXAR A CABEÇA E DEIXAR RUIR O QUE CONSTRUÍMOS, TÃO DURAMENTE?Não, Obrigado!
Os professores com P grande e titulares em matéria de ética profissional vão mostrar a este governo intransigente e obstipado que a dignidade não tem preço.Nota final:
Nas escolas onde não for possível aprovar esta posição, isso não impede os colegas em minoria de afixar na sala de professores uma Declaração de não entrega de objectivos.·A contabilidade da não participação neste modelo injusto far-se-á, não só pelo número de escolas, mas também pelo número de professores de todo o país.
Dada a quantidade de mensagens de professores angustiados com as pressões dos Conselhos Executivos e hesitantes quanto ao que devem fazer, e porque o tempo urge, envio estas considerações, que são, por enquanto, da minha exclusiva responsabilidade, agradecendo, desde já, a sua massiva divulgação.
ENTREGAR OS OBJECTIVOS INDIVIDUAIS SIGNIFICA MORRER NA PRAIA…· Significa aceitar que, no próximo ano lectivo, o modelo de avaliação imposto pelo ME se aplicará na sua versão integral.
· Significa conformar-se com a existência de titulares e de quotas.
· Significa colaborar na degradação da escola e da profissão docente.
· Significa desperdiçar toda a força acumulada nas grandiosas manifestações de 8 de Março e 8 de Novembro e nas extraordinárias greves de 3 de Dezembro e 19 de Janeiro.Rejeitar o Modelo de Avaliação do ME e continuar a contestação passa por:NÃO ENTREGAR OS OBJECTIVOS INDIVIDUAIS.
Mesmo correndo riscos, eles serão sempre insignificantes se comparados aos prejuízos provocados pela aplicação deste modelo, sobretudo tendo em conta que, neste caso, o risco será sempre muito limitado, porque:
· A entrega dos objectivos não tem carácter obrigatório, portanto, não dá lugar a qualquer sanção disciplinar.
· A não entrega dos objectivos não impede a continuação do processo de avaliação, já que a auto-avaliação é a primeira fase do processo, realizar-se-á no fim do presente ano lectivo e, apesar de ser meramente consultiva, é considerada um dever, tenha ou não se tenha apresentado objectivos.
· Os parâmetros da ficha do Presidente podem ser pontuados com ou sem objectivos definidos.· A avaliação não terá qualquer efeito nos concursos para o próximo ano lectivo.· As classificações inferiores a Bom, obtidas este ano, poderão ser corrigidas por uma avaliação extraordinária a realizar no ano seguinte.
Mesmo que assim não fosse, as consequências do não cumprimento da lei são sempre inversamente proporcionais ao número dos que não a cumprem.
140 mil processos disciplinares parariam o país mais rapidamente que o terramoto de 1755…
Por isso, a questão central, neste momento, é a seguinte:
VAMOS BAIXAR A CABEÇA E DEIXAR RUIR O QUE CONSTRUÍMOS, TÃO DURAMENTE?Não, Obrigado!
Os professores com P grande e titulares em matéria de ética profissional vão mostrar a este governo intransigente e obstipado que a dignidade não tem preço.Nota final:
Nas escolas onde não for possível aprovar esta posição, isso não impede os colegas em minoria de afixar na sala de professores uma Declaração de não entrega de objectivos.·A contabilidade da não participação neste modelo injusto far-se-á, não só pelo número de escolas, mas também pelo número de professores de todo o país.
Fonte:SPN
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Sócrates faz parte do clube Bilderberg

O SEMANÁRIO publica, hoje, em exclusivo, a lista de todos os portugueses que já estiveram em reuniões de Bilderberg, um clube que é considerado uma espécie de governo-sombra a nível mundial. Uma das principais tarefas dos jornalistas que investigam o clube é não só saber quem participa nas reuniões mas, sobretudo, acompanhar o seu percurso nos tempos seguintes. Quase todos, ascendem a altos postos. Na reunião que teve lugar de 3 a 6 de Junho, em Stresa, em Milão, Santana Lopes e José Sócrates estiveram presentes, juntamente com Pinto Balsemão. Curiosamente, Santana seria primeiro-ministro dois meses depois e nem passaria um ano para José Sócrates chefiar o Governo. Outros três intervenientes na crise política de 2004, o Presidente da República, Jorge Sampaio, Durão Barroso, então primeiro-ministro, e Ferro Rodrigues, então líder do PS, também estiveram em reuniões de Bilderberg. Sampaio esteve presente em 1999, na reunião de Sintra. Durão é um velho conhecido de Bilderberg, tendo estado presente em 1994, 2003 e já este ano, na Alemanha, na qualidade de presidente da Comissão Europeia. Já Ferro esteve presente na reunião de 2003. Fonte: Semanário, 7/2/09
ComentárioO Clube Bilderburg é uma associação secreta que reúne todos os anos, contando com a presença de políticos em ascensão e grandes empresários ligados à banca e aos media e que partilham a defesa do capitalismo financeiro globalista, a precariedade dos trabalhadores, criação de um governo mundial, a destruição do estado-nação e o neoliberalismo à escala global. O Clube Bilderberg tem sido acusado de ter uma agenda secreta com vista a forçar os sistemas educativos do Ocidente à estupidificação dos alunos oriundos dos meios mais desfavorecidos, de forma a criar as condições para uma mão-de-obra barata, ignorante e dócil. Não será isso que o Governo de Sócrates esta a fazer no nosso país? Alguns portugueses que participam nas reuniões do Clube Bilderburg: José Sócrates, Pinto Balsemão, Roberto Carneiro, Durão Barroso e Vítor Constâncio. Para saber mais sobre o Clube Bilderberg, veja em Daniel Estulin , autor que tem estudado as actividades clandestinas do referido clube. O livro de Daniel Estulin (O Clube Bilderberg) foi publicado em Portugal, mas a edição foi confiscada e desapareceu das livrarias. Para saber mais sobre Daniel Estulin, veja a biografia do autor . Para ter acesso ao livro Clube Bilderberg (edição espanhola), veja aqui. Tenciono voltar a este assunto mais tarde. Com o objectivo de aprofundar o conhecimento da agenda secreta do Clube Bilderberg, colocarei ao dispor dos colegas mais links e fontes informativas.
ComentárioO Clube Bilderburg é uma associação secreta que reúne todos os anos, contando com a presença de políticos em ascensão e grandes empresários ligados à banca e aos media e que partilham a defesa do capitalismo financeiro globalista, a precariedade dos trabalhadores, criação de um governo mundial, a destruição do estado-nação e o neoliberalismo à escala global. O Clube Bilderberg tem sido acusado de ter uma agenda secreta com vista a forçar os sistemas educativos do Ocidente à estupidificação dos alunos oriundos dos meios mais desfavorecidos, de forma a criar as condições para uma mão-de-obra barata, ignorante e dócil. Não será isso que o Governo de Sócrates esta a fazer no nosso país? Alguns portugueses que participam nas reuniões do Clube Bilderburg: José Sócrates, Pinto Balsemão, Roberto Carneiro, Durão Barroso e Vítor Constâncio. Para saber mais sobre o Clube Bilderberg, veja em Daniel Estulin , autor que tem estudado as actividades clandestinas do referido clube. O livro de Daniel Estulin (O Clube Bilderberg) foi publicado em Portugal, mas a edição foi confiscada e desapareceu das livrarias. Para saber mais sobre Daniel Estulin, veja a biografia do autor . Para ter acesso ao livro Clube Bilderberg (edição espanhola), veja aqui. Tenciono voltar a este assunto mais tarde. Com o objectivo de aprofundar o conhecimento da agenda secreta do Clube Bilderberg, colocarei ao dispor dos colegas mais links e fontes informativas.

Fonte: Profavaliação
Educação: Fenprof estima que entre "50 a 60 mil" professores não vão entregar objectivos individuais

Fonte: JN
Lisboa, 06 Fev (Lusa) - A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) estimou hoje que entre "50 a 60 mil" docentes não entregarão os objectivos individuais, no âmbito da avaliação de desempenho, e afirmou que os que entregaram fizeram-no num contexto de "chantagem, pressão e medo".
"Calculamos que entre 50 a 60 mil professores não vão entregar os seus objectivos individuais", afirmou o secretário-geral da Fenprof, em conferência de imprensa, sublinhando que o prazo para o cumprimento daquele procedimento só se esgotou em "pouco mais de um terço das escolas".
Mário Nogueira acrescentou que nos estabelecimentos de ensino onde o prazo já terminou, "40 a 50 por cento" dos docentes não entregaram os objectivos individuais. Em relação aos que o fizeram, justifica com um "contexto de ameaça, chantagem, pressão e dificuldade".
"Neste momento, o Ministério da Educação assenta no medo o levar por diante a sua avaliação. O medo é hoje a razão principal pela qual muitos professores estão a entregar os objectivos individuais", criticou o sindicalista, depois de "saudar os que resistiram".
O Ministério da Educação estimou esta semana que "a maioria" dos docentes cumpriu este procedimento, uma das primeiras etapas do processo de avaliação de desempenho.
"O clima de terror e medo para atingir fins políticos não é próprio de um regime democrático", acrescentou Mário Nogueira.
Para o dirigente sindical, o facto de 50 a 60 mil professores não entregarem os objectivos mostra que "o modelo de avaliação do Governo está desacreditado e não é nada".
MLS.
Lusa/Fim
Lisboa, 06 Fev (Lusa) - A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) estimou hoje que entre "50 a 60 mil" docentes não entregarão os objectivos individuais, no âmbito da avaliação de desempenho, e afirmou que os que entregaram fizeram-no num contexto de "chantagem, pressão e medo".
"Calculamos que entre 50 a 60 mil professores não vão entregar os seus objectivos individuais", afirmou o secretário-geral da Fenprof, em conferência de imprensa, sublinhando que o prazo para o cumprimento daquele procedimento só se esgotou em "pouco mais de um terço das escolas".
Mário Nogueira acrescentou que nos estabelecimentos de ensino onde o prazo já terminou, "40 a 50 por cento" dos docentes não entregaram os objectivos individuais. Em relação aos que o fizeram, justifica com um "contexto de ameaça, chantagem, pressão e dificuldade".
"Neste momento, o Ministério da Educação assenta no medo o levar por diante a sua avaliação. O medo é hoje a razão principal pela qual muitos professores estão a entregar os objectivos individuais", criticou o sindicalista, depois de "saudar os que resistiram".
O Ministério da Educação estimou esta semana que "a maioria" dos docentes cumpriu este procedimento, uma das primeiras etapas do processo de avaliação de desempenho.
"O clima de terror e medo para atingir fins políticos não é próprio de um regime democrático", acrescentou Mário Nogueira.
Para o dirigente sindical, o facto de 50 a 60 mil professores não entregarem os objectivos mostra que "o modelo de avaliação do Governo está desacreditado e não é nada".
MLS.
Lusa/Fim
Eu digo não

A batalha do lóbi gay tem vindo a dar passos consistentes e inteligentes. Quer a nível jurídico, quer político, quer social. Passo a passo, de forma concertada, alcançam os seus objectivos anti-naturais e anti-sociais.
No início proclamavam incansavelmente o “direito à diferença”, reconhecendo, ao menos, que há diferença…
Posteriormente e a par com a alteração do artigo 13º da Constituição, sentiram-se em condições para avançar com a grande campanha do “direito à indiferença” (aliás apoiada pela Câmara Municipal de Lisboa, ao tempo do então Presidente João Soares), pretendendo com ele, impor à sociedade a aceitação dos diversos comportamentos como sendo iguais e por isso… indiferentes.
Por outro lado, começaram a campanha maciça, mais subtil mas intensa, da lavagem ao cérebro, sobretudo das camadas jovens, através da introdução dessa “indiferença” em programas televisivos, telenovelas, filmes e também nos currículos escolares.
Recentemente, com a alteração do Código Penal de 2007, consolidados nos avanços já então consolidados e encorajados pelas directivas da asfixiante União Europeia, conseguiram através do artigo 280, “criminalizar” o pensamento e a acção de quem ouse combater os seus intentos.
Pessoalmente nunca aceitarei a homossexualidade como natural e combaterei sempre a sua promoção.
Infelizmente muita gente porque politicamente correcto acha por bem colaborar com lóbi gay. Hoje como faço muitas vezes dirigi-me ao Intermarché de
Cantanhede, para fazer umas compras. Logo á entrada um cartaz com dois homens a beijarem-se depois no interior um placar para anúncios amorosos onde gays e lésbicas eram contemplados. Na altura mostrei logo a minha indignação por mais esta promoção descarada ao que é anti natural. Não volto a fazer compras nem a entrar naquele espaço comercial. Faça você o mesmo é tempo de mostrar a estes burgueses rosas que o povo está atento. Aqui podemos ver direita e esquerda de mãos dadas. Os mesmos que exploram desmedidamente os seus empregados, aliados com os progressivas da esquerda chique e choque.
Se digo que esta ou aquela coisa não me agrada, estou protestando. Se me ocupo, ao mesmo tempo atentar que algo que não gosto não volte a ocorrer, estou resistindo. Protesto quando digo que não continuo a colaborar. Resisto quando me ocupo de que também os demais não colaborem.
Bombeiro de ouro

No nosso país o desperdício de talentos e competências é constante. Porque é velho substitui-se por novo sem ligar à experiência e ao saber acumulado, porque é competente substitui-se por um boy do partido.
São muitos os casos e toda a gente sabe pelo menos de um, onde alguém louvado pelo seu trabalho é substituído em pouco tempo com argumentos sem nexo. Diminui a eficiência do serviço, mas pouco importa a quem o ordena, afinal o dinheiro dos contribuintes estará lá para depois colmatar as asneiras.
Muitos dos afastados nada fazem, calam e consentem, muitas vezes “reconfortados” com a frase que o sistema nos impingiu “Não se pode fazer nada”. Outros não se calam e fazem valer os seus direitos, até porque a realidade acaba por lhes dar razão. Eduardo Martins Gaspar, antigo Segundo comandante dos Bombeiros de Cantanhede, faz parte do grupo destes últimos. Considerado crachá de ouro num ano, foi despedido da corporação no outro, por falta de profissionalismo. Incomodado com o afastamento, doente com a desfeita, não se calou recorreu aos tribunais e pouco a pouco tem visto pelo menos o seu bom-nome ser reabilitado bem como os direitos que tinha enquanto funcionário da instituição.
Uma das ultimas etapas do sua luta vai ter lugar dentro em breve como nos informa o Diário de Coimbra, fazemos votos que mais uma vez o Bombeiro de Ouro saia vitorioso, como saiu no combate a muitos fogos.
Respeitamos e muito a instituição aqui referenciada. Os Bombeiros de Portugal são um exemplo de coragem de entrega e de abnegação para todos nós. No entanto os Bombeiros de Cantanhede têm sido noticia pelas piores razões, com algumas viaturas penhoradas por não terem cumprido uma determinação judicial, com um processo de investigação em curso por irregularidades nos subsídios de transportes de doentes, precisam de mão firme e de não desperdiçar talentos para que a sua missão não seja posta em causa.
Fazemos votos para que todos estes problemas tenham um desfecho que não ponha em causa a operacionalidade dos nossos soldados da paz , mas que ao mesmo tempo reabilite o bom nome de alguém que todos sabemos ser um profissional competente.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Terminou em Janeiro, com a realização em Piacenza do Campeonato do Mundo, a temporada ornitológica de 2008/2009. O nosso conterrâneo Nuno Monteiro (Cadima) destacou-se, uma vez mais, com a obtenção de quatro medalhas (duas de ouro, uma de prata e outra de bronze) em canários de cor. Nesta competição, os criadores italianos, aproveitando o “factor casa”, dominaram as classificações, cimentando a sua primazia, seguindo-se países como Bélgica, Espanha, França e Portugal.Em Dezembro ocorreu o Campeonato Nacional em Paços de Ferreira, onde Nuno Monteiro foi o criador mais galardoado em canários de cor. Nesta exposição, também em canários de cor, marcaram igualmente presença Carlos Alexandre Cruz (Tocha) que obteve dois primeiros e um segundo lugar e o estreante Vítor Carvalho (Portunhos) que, apesar da não obtenção de prémios, teve uma participação muito meritória.Estes criadores que a expensas suas subsidiam o seu hobby, sem qualquer tipo de apoio, público ou privado, colocaram uma vez mais e a exemplo da temporada passada, Cantanhede no mapa.Durante a temporada ocorreram diversas exposições perto de Cantanhede, a saber em Coimbra (organizado pela Associação Ornitológica de Coimbra), Figueira da Foz (Clube Ornitológico da Figueira da Foz) e Oliveira do Bairro (Clube Ornitológico da Beira Litoral). A criação de aves de companhia é uma actividade que conta em Portugal com cerca de onze mil criadores federados. Em Janeiro de 2010 Portugal organizará o Campeonato do Mundo que terá lugar em Santa Maria da Feira.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Bombeiros investigados

A PJ de Coimbra está a investigar uma denúncia de alegadas irregularidades nos Bombeiros Voluntários de Cantanhede, relacionadas com o transporte de doentes. A investigação foi desencadeada por uma queixa anónima, que dava conta de verbas do Estado que terão sido recebidas indevidamente pela corporação.
Segundo a denúncia, os Bombeiros cobravam à Segurança Social o pagamento de várias deslocações com doentes para hospitais da região – como se fosse só um doente na ambulância – quando, na verdade, transportavam mais do que um por viagem.
Em causa estaria, por exemplo, o transporte de dois pacientes aos Hospitais da Universidade de Coimbra numa viatura, no entanto a corporação declarava duas deslocações. Estas falsas viagens, justificadas com documentos forjados, terão começado em 2006. Em alguns casos as viaturas referidas nos documentos entregues à Segurança Social já nem estavam em circulação.
Todo o dinheiro que terá sido recebido de forma indevida revertia para a própria corporação. Nesta fase das investigações não foram constituídos arguidos.
O CM contactou o presidente da Associação de Bombeiros Voluntários de Cantanhede, Idalécio Oliveira, que não quis prestar declarações sobre o assunto.
sábado, 31 de janeiro de 2009
Inscrições abertas para a Expofacic, em Cantanhede

As empresas ou pessoas singulares que pretendam participar pela primeira vez como expositores na Expofacic – Exposição/Feira Agrícola, Comercial e Industrial de Cantanhede podem desde já, e até ao próximo dia 16 de Fevereiro, formalizar o seu pedido à Comissão Executiva. Para isso, os interessados deverão apresentar a sua pré-inscrição nos serviços administrativos da INOVA-EM, durante o horário de expediente, através de um formulário que pode ser solicitado pelo e-mail geral@inova-em.pt ou retirado aqui e aqui (no sítio da Expofacic), onde está também disponível para consulta o regulamento de participação.
A XIX Expofacic irá decorrer de 24 de Julho a 2 de Agosto no Parque Expo-Desportivo de S. Mateus, prevendo-se que venha a contar com um ligeiro aumento do número de expositores relativamente aos quinhenetos registados o ano transacto, em função de algumas alterações na organização dos espaços que a organização já está a estudar.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Cavalos Puro Sangue Lusitano? É com o Cadima

O maior criador do país acima do Ribatejo dos tão apreciados e vistosos cavalos Puro Sangue Lusitano (PSL) tem o nome da freguesia onde vive – Cadima (Cantanhede) – e possui terrenos e cavalariças em Tentúgal (Montemor-o-Velho), no Baixo Mondego. Para além do número o importante é a qualidade e, esta, tem sido reconhecida pela categoria da linhagem e por ter animais com as cores mais procuradas.
Ler tudo
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Atentados democráticos
José Sócrates criticou alguns elementos da bancada parlamentar socialista (Manuel Alegre incluído) por terem votado contra as linhas orientadoras do partido, entenda-se do Governo e, mais concretamente, do Primeiro-Ministro. Esta atitude, idêntica à tomada de posição do Professor Marcelo Rebelo de Sousa aquando da votação sobre o propalado “totonegócio”, revela a falta de espírito democrático que norteia os partidos políticos e os políticos em si.
Quando um eleitor exerce o seu direito de voto elege os seus representantes e não o Primeiro-ministro ou o líder partidário que, como se sabe, não é sequer sufragado. Estas tomadas de posição são um verdadeiro atentado à Constituição e à essência do voto.
Os nossos políticos vão retratando o pior da nossa democracia. Se pudessem ou soubessem Chavez seria um menino de coro ao pé deles!
Quando um eleitor exerce o seu direito de voto elege os seus representantes e não o Primeiro-ministro ou o líder partidário que, como se sabe, não é sequer sufragado. Estas tomadas de posição são um verdadeiro atentado à Constituição e à essência do voto.
Os nossos políticos vão retratando o pior da nossa democracia. Se pudessem ou soubessem Chavez seria um menino de coro ao pé deles!
Gato escondido ......

Este governo é perito em atirar areia para os olhos aos portugueses. Para além das comissões de estudo que não são mais que funcionários ao serviço do PS e que tanto mal tem feito à saúde, segurança e educação dos portugueses, o PS entrou em desvario total na tentativa de tornar a ter uma maioria absoluta.
Na semana passada as páginas dos Jornais encheram-se com a notícia que a OCDE tinha elogiado a politica deste governo relativamente ás “reformas” implementadas no primeiro ciclo do ensino básico. O primeiro-ministro tão dado a folclores mediáticos e a festivais de corta fitas, fez um elogio público à ministra da tutela, largamente difundido pelos media.
Agora veio a publico que o “estudo” tinha sido encomendado a peritos internacionais independentes, liderada pelo Prof. Peter Matthews. A avaliação que realizaram em Portugal segue de perto a metodologia e abordagem que a OCDE tem utilizado para avaliar as políticas educativas em muitos países-membros ao longo dos anos."
As fontes documentais são quase todas dos organismos do ME. Os 4 peritos portugueses consultados são todos próximos ou militantes do PS. O Relatório baseou-se num relatório prévio feito pelo Ministério da Educação. E os 7 municípios ouvidos são todos do PS menos um que é do Major Valentim Loureiro, um independente que gosta de elogiar a ministra da educação e que tem em comum com José Sócrates a mania de oferecer eletrodomesticos. Ora digam lá: por maior que sejam os curricula vitae dos autores do Relatório e por maior consideração que tenhamos (e eu tenho) para com o percurso académico dos 4 peritos nacionais consultados (João Formosinho, Isabel Alçada, Rosa Martins e Lucília Salgado), que credibilidade é que este Relatório pode merecer?
Nota: os municípios ouvidos foram: Guimarães (PS); Santo Tirso (PS); Amadora (PS); Ourique (PS); Lisboa (PS); Portimão (PS); Gondomar (Independente). Podemos afirmar, sem estarmos enganados, que Valentim Loureiro é o mais socialista de todos os independentes. Não deixa passar uma oportunidade para elogiar José Sócrates e a Ministra da educação.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
A indisciplina nas escolas (vista por F. Savater)

Aumento da violência nas escolas reflecte crise de autoridade familiar .

Especialistas em educação reunidos na cidade espanhola de Valência defenderam hoje que o aumento da violência escolar deve-se, em parte, a uma crise de autoridade familiar, pelo facto de os pais renunciarem a impor disciplina aos filhos, remetendo essa responsabilidade para os professores. Os participantes no encontro 'Família e Escola: um espaço de convivência', dedicado a analisar a importância da família como agente educativo, consideram que é necessário evitar que todo o peso da autoridade sobre os menores recaia nas escolas.'As crianças não encontram em casa a figura de autoridade', que é um elemento fundamental para o seu crescimento, disse o filósofo Fernando Savater.'As famílias não são o que eram antes e hoje o único meio com que muitas crianças contactam é a televisão, que está sempre em casa', sublinhou.Para Savater, os pais continuam 'a não querer assumir qualquer autoridade', preferindo que o pouco tempo que passam com os filhos 'seja alegre' e sem conflitos e empurrando o papel de disciplinador quase exclusivamente para os professores.No entanto, e quando os professores tentam exercer esse papel disciplinador, 'são os próprios pais e mães que não exerceram essa autoridade sobre os filhos que tentam exercê-la sobre os professores, confrontando-os', acusa..'O abandono da sua responsabilidade retira aos pais a possibilidade de protestar e exigir depois. Quem não começa por tentar defender a harmonia no seu ambiente, não tem razão para depois se ir queixar', sublinha.Há professores que são 'vítimas nas mãos dos alunos'.Savater acusa igualmente as famílias de pensarem que 'ao pagar uma escola' deixa de ser necessário impor responsabilidade, alertando para a situação de muitos professores que estão 'psicologicamente esgotados' e que se transformam 'em autênticas vítimas nas mãos dos alunos'.A liberdade, afirma, 'exige uma componente de disciplina' que obriga a que os docentes não estejam desamparados e sem apoio, nomeadamente das famílias e da sociedade.'A boa educação é cara, mas a má educação é muito mais cara', afirma, recomendando aos pais que transmitam aos seus filhos a importância da escola e a importância que é receber uma educação, 'uma oportunidade e um privilégio'.'Em algum momento das suas vidas, as crianças vão confrontar-se com a disciplina', frisa Fernando Savater.Em conversa com jornalistas, o filósofo explicou que é essencial perceber que as crianças não são hoje mais violentas ou mais indisciplinadas do que antes; o problema é que 'têm menos respeito pela autoridade dos mais velhos'.'Deixaram de ver os adultos como fontes de experiência e de ensinamento para os passarem a ver como uma fonte de incómodo. Isso leva-os à rebeldia', afirmou.Daí que, mais do que reformas dos códigos legislativos ou das normas em vigor, é essencial envolver toda a sociedade, admitindo Savater que 'mais vale dar uma palmada, no momento certo' do que permitir as situações que depois se criam.Como alternativa à palmada, o filósofo recomenda a supressão de privilégios e o alargamento dos deveres.

Cinco mil postos de trabalho em risco no sector das confecções

Quarenta empresários reuniram ontem em Oliveira do Hospital e pedem medidas de apoio a uma indústria que, segundo dizem, continua a ser a «maior do país». Representante das confecções garante que uma das saídas para esta crise é comprar “português”.
São ainda os principais empregadores da região e reuniram ontem de «emergência» em Oliveira do Hospital para consertar estratégias, face à quebra de encomendas que está a atingir o sector das confecções. Ao todo representam cinco mil postos de trabalho, sendo que só o concelho de Oliveira tem cerca de dois mil trabalhadores dependentes desta indústria. Confrontados com uma quebra acentuada das encomendas para os próximos meses, estes empresários solicitaram uma reunião com a associação representativa do sector – a ANIVEC Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confecções – com o objectivo de fazerem sentir ao Governo a crise que atinge, segundo os próprios industriais, de forma grave, o sector do vestuário e confecções, e exigirem algumas medidas de apoio.
Da reunião de ontem saiu um conjunto de reivindicações que os empresários reputam de justas para um sector que continua a ser responsável por uma parte significativa das exportações e que emprega em todo o país mais de 150 mil pessoas. «Portugal é conhecido por fazer confecções e por fazer as melhores confecções do mundo, não é conhecido por fazer automóveis», considera o presidente da ANIVEC, Orlando Lopes da Cunha, que ontem acusou directamente a Comissão Europeia de ter uma grande quota de responsabilidade nesta crise ao ceder ao «lobbie poderosíssimo» das «grandes marcas internacionais», deixando que a livre circulação de mercadorias se faça «sem regras». Orlando Cunha garante que os empresários portugueses não têm medo da competição, nem dos chine-ses, desde que essa competição se faça com as mesmas regras para todos. «A Europa está transformada num imenso ringue de boxe em que uns lutam com luvas de boxe e outros podem jogar com os pés, com as mãos, em que vale tudo», comparou o representante dos industriais, que prefere ser rotulado de «proteccionista» do que ser «coveiro» de todo um sector, que no seu entender, é um dos pilares da economia real do país.
“Pacote” de medidas
Apreensivos relativamente ao futuro, os empresários pedem assim ao Governo que crie também medidas excepcionais de apoio a esta actividade, tais como a redução das contribuições para a Segurança Social. «Isto está-se a passar em todo o mundo, ainda que por um período limitado de tempo, é preferível ter as pessoas razoavelmente empregadas, do que no desemprego, é uma questão de bom senso», afiançou, defendendo ainda um conjunto mais alargado de apoios, que vão desde a alteração do critério de pagamento do IVA às empresas, à revisão do conceito de PME – com o objectivo destas empresas poderem ter também acesso às linhas de financiamento disponibilizadas para as micro e pequenas empresas – à questão do lay off sem custos para as empresas, isto é, as fábricas poderem flexibilizar o tempo de trabalho de acordo com as encomendas, uma vez que algumas estão em risco de não ter trabalho e de ter de assumir os encargos com os trabalhadores.
Os empresários pedem ao Governo que apoie com formação esse «excedente» de horas para os trabalhadores, assim como pedem também que os despedimentos por mútuo acordo possam ser feitos de forma ao trabalhador poder ter acesso ao fundo de desemprego. “Mão menos pesada” das Finanças e da Segurança Social na cobrança das dívidas é o que estes industriais apelam também à tutela, numa altura em que o cerco se aperta sobretudo para os gerentes, que não compreendem que no fim ainda possam ter processos crime.
«Alguma coisa está mal para ninguém querer ser empresário, os nossos filhos não querem dar continuidade a isto, nós andamos a educá-los para depois irem para Lisboa para um emprego do Estado, isto não pode acontecer», lamenta o dirigente da Associação que apontou entretanto algumas medidas de fundo para combater esta crise. Primeiro, consciencializar o povo de que tem de consumir português. «É importante comprar português para a sobrevivência do tecido empresarial nacional», referiu considerando igualmente imperioso o combate a uma globalização «criminosa» e «apressada» que esteve na origem de todos estes problemas e que está a levar não só esta indústria, mas este sector em particular, ao «desespero».
FONTE
Nada de alarmante

Um militar a prestar serviço nos Pupilos do Exército e um agente da Polícia de Segurança Pública (PSP), foram esfaqueados na madrugada de domingo num café situado na EN 109, na Tocha, após uma zaragata alegadamente provocada por um indivíduo de etnia cigana. Ontem à tarde, os feridos ainda estavam internados no hospital distrital da Figueira da Foz, sendo um deles submetido a uma operação devido aos golpes de navalha que sofreu nas axilas e caixa torácica.
Segundo o nosso Jornal apurou, o militar António José Ferreira Lopes, de 26 anos, residente em Pelicanos, Arazede, e o agente da PSP Bruno Jorge Lourenço Cruz, de 27 anos, residente em Inácio, Tocha, estavam no Café Ponto de Encontro, na Tocha, quando, às 05h00 da madrugada, se gerou uma discussão que envolveu um cidadão da Ucrânia e outro de etnia cigana. Tudo porque as vítimas pediram uma bebida e o ucraniano disse que estava primeiro. O indivíduo de etnia cigana meteu-se na conversa, “palavra puxa palavra”, e daí a uma enorme cena de pancadaria foi “um fósforo”.
No rescaldo da zaragata alguém puxa de uma faca e golpeia o militar e o agente da PSP na zona abdominal, tórax e axilas, e ainda outras duas pessoas que tentaram apaziguar os ânimos, embora estes mais superficialmente.
A GNR da Tocha, a poucos metros do café, foi chamada ao local, mas os agressores já tinham fugido em direcção à Figueira da Foz, onde residem, um em Alhadas outro em Tavarede. Ao local foi também chamada uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) da Figueira da Foz, apoiada por uma ambulância da secção da Tocha dos Bombeiros de Cantanhede, que transportaram as vítimas ao hospital da Figueira, onde ontem ainda se encontravam.
Os dois alegados agressores também foram ao hospital para tratar pequenos cortes nas mãos, e a Polícia da Figueira, alertada pela GNR da Tocha, foi àquela unidade de saúde identificar os indivíduos . A GNR da Tocha vai, agora, elaborar um relatório da ocorrência que enviará para o Ministério Público do Tribunal de Cantanhede, a quem compete a condução do competente inquérito de investigação.
FONTE
sábado, 24 de janeiro de 2009

Militares da GNR ainda dispararam dois tiros para o ar, mas os fugitivos não se intimidaram e escaparam às autoridades
Menos de 24 horas depois de ter sido presente a um juiz do Tribunal de Instrução Criminal de Coimbra, o indivíduo que protagonizou uma fuga com perseguição policial em Ançã esta quarta-feira, provocando um acidente que feriu uma condutora e que redundou na sua detenção na EN 111, volta a ser o principal protagonista de cena idêntica. Desta vez em ruas de Cantanhede e aldeias limítrofes, sempre em alta velocidade, bem à maneira “dos “triller´s de Hollywood”. Ontem, bem cedo, ainda não eram 07h30 da manhã, uma patrulha da GNR detecta um veículo de marca Honda estacionado no Largo Pedro Teixeira, no centro da cidade, com dois homens no seu interior, que levantaram suspeitas.
Na abordagem policial, o indivíduo que estava ao volante nem deu tempo ao agente de articular qualquer palavra. Põe o motor do carro a trabalhar e arranca a grande velocidade em direcção à Rua 5 de Outubro. O militar da GNR não teve dúvidas: o condutor era o mesmo da perseguição policial dois dias antes, em Ançã. O outro indivíduo, alegadamente, é um suspeito com residência em Ançã que faz parte do “gang”, que inclui uma rapariga de Cantanhede, referenciado pelas autoridades pela autoria de vários crimes e ao consumo de drogas.
Perante a fuga, os dois agentes da GNR, que usavam na sua missão de patrulhamento rotineiro um jipe Mitsubishi caracterizado não hesitaram. Encetam uma perseguição aos suspeitos que seguem em direcção ao bairro de S. João, várias ruas do centro da cidade, em direcção à rotunda da Jovimota, de acesso à EN 234-1.
O motor do Honda, roubado no dia 18 deste mês em Leiria, “roncava” e chamava a atenção de automobilistas e camionistas que se cruzavam com os fugitivos. O jipe da GNR (novo) acompanhava a pouca distância a “marcha infernal” dos suspeitos.
As tentativas dos agentes em convencer os suspeitos a parar não resultaram. Na EN 234, no sentido Cantanhede-Mira, a velocidade aumentou. Os agentes, via rádio, solicitaram apoio de outra patrulha que estava no exterior. Precisamente na zona para onde os fugitivos se dirigiam (em direcção a Mira).
Condução suicida
Na tentativa de “trocar as voltas” aos perseguidores, saem da EN 234 e entram na aldeia de Varziela, de ruas estreitas e em labirinto, com vários cruzamentos, continuando a praticar uma condução «suicida». Daqui seguem para outra localidade vizinha (Franciscas). Foi então que os agentes decidiram disparar dois tiros para o ar, intimidando os fugitivos, mas nem isso os fez parar. A perseguição continuou, agora novamente na EN 234. A segunda patrulha cruzou com o carro fugitivo, mas devido ao trânsito que já se notava nesta estrada, não pôde interceptar o veículo. Trânsito que acabou por dificultar a marcha do Mitsubishi dos agentes, cujo condutor não quis arriscar uma condução idêntica à dos fugitivos. Por isso estes lograram escapar (para já) às malhas da autoridade, que lhes perdeu o rasto na zona de Febres.
Cabe, agora, aos investigadores do NIC da GNR de Cantanhede localizar o arrojado “condutor” fugitivo, que como o DC noticiou anteontem, não tem carta de condução; provocou um acidente em fuga semelhante num carro roubado que fez um ferido; é suspeito de vários roubos e furtos; tem processos judiciais pendentes; e que deveria, desde ontem e todos os dias, apresentar-se no posto da GNR de Mira por ordem do Tribunal de Coimbra.
Autoridades policiais
“presas” pela lei
O Diário de Coimbra sabe que, quer um dos agentes que participou na perseguição quer um investigador dos NIC da GNR de Cantanhede, foram a Mira, onde reside o suspeito, pouco depois de lhe perderem o rasto, na zona de Febres. Passava pouco das 09h00 quando lhe bateram à porta. Ninguém atendeu. A ausência do suspeito na sua residência não deixa dúvidas ao agente que o abordou em Cantanhede ao volante do Honda. É o mesmo da perseguição em Ançã. O espanto destes elementos da GNR surgiu por volta das 10h00, quando o suspeito entra no posto da GNR de Mira para se apresentar às autoridades, conforme a ordem do tribunal. Confrontado com os factos vividos horas antes, o suspeito negou qualquer envolvimento na situação descrita, afiançando que àquela hora estava em casa. O certo é que o indivíduo “assinou o ponto” no posto da Guarda, bebeu um café e foi à sua vida, face à impotência das autoridades que, “manietadas” pela lei, não puderam deter o suspeito por não haver flagrante delito. Na presente situação, A GNR de Cantanhede vai entregar no Tribunal de Cantanhede o auto de notícia da ocorrência, que poderá decidir (ou não) chamar o suspeito para interrogatório e, eventualmente, alterar a medida de coação aplicada quinta-feira passada.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Nada de alarmante

Um cofre furtado e diverso material destruído foi o resultado de um assalto às instalações da CampiTocha. Na mesma noite uma carrinha foi furtada da Cooperativa da Tocha.
Uma patrulha da GNR de Ançã viu-se ontem de manhã envolvida numa perigosa perseguição a um automóvel no qual seguia um casal de delinquentes, já referenciado pelas autoridades pela prática de furtos e roubos.
Nos últimos dias o concelho de Cantanhede foi noticia pela vaga de criminalidade que o varreu. Fechar os olhos, banalizar só ajudam ao aumento da criminalidade.
Tínhamos razão quando comentando crimes em Lisboa dizíamos que amanhã num lugar perto de si. Hoje os “benefícios” da criminalidade estão “democraticamente” espalhados por todo o país.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Treino de Avançados

O treino de avançados da associação KarateDo Shotokan Gândara Bairrada (AKSGB) deste mês vai ter lugar no Ginásio Rigor, Bunhosa, Arazede.
Este treino destina-se a praticantes com graduação igual ou superior a 5º Kyu.
O treino terá o seu início às 10 do dia 31 de Janeiro e terminus por volta das 12.30.
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