sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

As 10 frases mais polémicas de Marinho Pinto

Marinho Pinto foi eleito Bastonário da Ordem dos Advogados exactamente há um ano e, ao longo de 2008, disparou em todas as direcções. Lançou críticas aos políticos, atacou magistrados e lançou suspeitas sobre o funcionamento da Justiça. Recordamos 10 das declarações mais polémicas que o bastonário fez durante o primeiro ano de mandato.
"Há pessoas que ocupam cargos de relevo no Estado português que cometem crimes impunemente"DN, 27 Janeiro 2008
"Um dos locais onde se violam mais os direitos dos cidadãos em Portugal, é nos tribunais" SIC Notícias, 27 Junho 2008
"98% dos polícias à noite estão nas suas casa. É preciso haver polícias na rua à noite fardados"Público, 27 Junho 2008
"Há centenas ou milhares de pessoas presas [em Portugal] por terem sido mal defendidas" Público, 27 Junho 2008
"Vale tudo, seja quem for que lá esteja, desde magistrados a outros juristas, não se pode falar em justiça desportiva, mas em prevalência manifesta de interesses e de poderes"RTP, 08 Julho 2008
"Eu não discuto com sindicatos. Os sindicatos querem é mais dinheiro e menos trabalho"RTP, 10 Julho 2008
"Alguns magistrados pautam-se nos tribunais portugueses como os agentes da PIDE se comportavam nos últimos tempos do Estado Novo" RTP, 10 Julho 2008
"Estão-se a descobrir podres que eram inimagináveis há meia dúzia de meses. E não é por efeito da crise. É por efeito da lógica do próprio sistema. Parece que o sistema financeiro só funciona com um pé do lado de lá da legalidade"JN, 28 Dezembro 2008
"Uma senhora que furtou um pó de arroz num supermecado foi detida e julgada. Furtar ou desviar centenas de milhões de euros de um banco ainda se vai ver se é crime"JN, 28 Dezembro 2008
"Pelos vistos, nenhum banco pode ir à falência"
Público, 30 Dez 2008

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

A incompetencia administrativa da CP

Agora veem dizer da degradação da via férrea, que foi votada ao abandono pelos próprios administradores da cp, uma vez que nos anos 80 não conseguiram fechá-la, mesmo com muita mafiosidade à volta, fazendo desaparecer abaixo assinados, para que não fechassem a linha, desde então colocaram horários que não serviam quem trabalhava em Coimbra ou na Figueira da Foz poi esses horários não colocavam nimguem às 8 horas nesses locais para trabalharem e a partir daí sucedeu-se a degradação com o fecho das estações de toda essa via, julgo exceptuando Cantanhede, todas as outras foram encerradas, abandonando o serviço de mercadorias e o abandono de muitos utentes que tiveram de comprar motorizadas, carros e outros meios de transporte, pois os mafiosos administradores, contribuiram para a perturbação de muitas familias utentes dessa linha . Não fora a contribuição do Gov. Civil de Coimbra, na altura o Bom Dr.Jaime Ramos, que travou os intentos desses mafiosos que queriam transformar a via em pista para autocarros de uma empresa da Figueira, pertencente a familiares dos mafiosos administradores, que se esqueceram de que essa mesma linha é um complemento da linha da beira alta, pois muitos seres como meu Pai duou terrenos para a passagem da via em cuja a escritura foi feita em nome dos Caminhos de Ferro da Beira Alta e não cp, não se esqueçam de que è em conjunto com a linha da B.A. atravessa Portugal do litoral a espanha. Agora Aos Ps.Gs.R. que não se esqueçam de por a PJ a averiguar a quem pertence a empresa de camionagem que vai fazer o serviço e se não haveria outras a fazerem o mesmo serviço mas mais barato. AO MENOS DEFENDAM O PATRIMÓNIO DE PORTUGAL e não os mafiosos.

Encerramento da linha Cantanhede Figueira da Foz
















A propósito desta notícia, venho mostrar a minha estranheza pelo Presidente do Município de Cantanhede, Dr João Moura, nada dizer para os órgãos de informação. Estará de acordo com o encerramento da linha dos caminhos de ferro? Está contra ? Assim assim? Que perspectiva tem para os transportes no concelho? Bem, é que Carlos de Encarnação veio logo em defesa desta linha e tem alternativas...

Mas também a minha estranheza pelo partido da oposição (PS) nada dizer. E as perguntas são as mesmas. Que pensam disto????


Lembro que em tempos houve uma comissão dos utentes da linha Coimbra Cantanhede Figueira da Foz que não contou com o apoio de nenhuma entidade concelhia. Fez um abaixo-assinado, fez distribuição de folhetos e prestou esclarecimentos aos utentes da linha.Foi até notícia na RTP1 e com direito a entrevista. Mas foi uma experiência rica. Por um lado ficamos a saber que os políticos do poder não mostraram qualquer interesse, e (que falta de civismo) os próprios utentes não se predispuseram à luta quando estavam em causa os seus interesses de vida, de trabalho, de estudo, etc, etc. E assim foi morrendo a tal comissão de utentes onde eu era o Presidente. Penso que seria boa altura para começar nova luta. Ficamos à espera que as pessoas se mobilizem...

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Independente de Cantanhede


Já muitas vezes o escrevi e manifestei em público, que a imprensa regional ainda não embarcou na censura por omissão ou no politicamente correcto.
Alguns jornais regionais têm mesmo a coragem de publicar artigos das mais diversas tendências politicas, isto é fazer jornalismo sério e independente.
O Jornal Independente de Cantanhede, enquadra-se a meu ver neste grupo de jornais. Abriu desde o primeiro momento as portas ao que escrevo e na sua ultima edição fez o favor de publicar um artigo que escrevi, que neste particular poderia ter sido da autoria de qualquer cidadão. No entanto outros artigos corajosamente publicados por este órgão de informação, reflectem bem a minha tendência politica o que mais uma vez faz jus ao nome do jornal.
Os meus sinceros agradecimentos pela confiança manifestada na minha pessoa e os votos de que continuem a fazer jornalismo.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Entrevista a José Sócrates

Autarca receia encerramento definitivo da linha Coimbra-Figueira da Foz

O autarca de Coimbra, Carlos Encarnação, receia que o encerramento por razões de segurança da linha entre a cidade e a Figueira da Foz acabe por ser definitivo. Entretanto, a REFER esclareceu que a interrupção é apenas no troço via Cantanhede.




Carlos Encarnação receia o encerramento da linha entre Coimbra e a Figueira da Foz

O presidente da Câmara Municipal de Coimbra teme que a decisão da REFER de suspender a circulação entre a Figueira da Foz e Coimbra devido a razões de segurança seja o prenúncio do encerramento da linha.

Ouvido pela TSF, Carlos Encarnação lembrou que a secretária de Estado dos Transportes prometeu que o sistema de mobilidade do Mondego incluiria também esta ligação, que agora está fechada por tempo indeterminado.

«O que se perspectivava era um aumento da qualidade e frequência das ligações inter-regionais e intra-regionais e não propriamente o fim de uma linha», acrescentou um autarca, que diz que um eventual encerramento desta linha será mau para a região.

Contudo, Carlos Encarnação duvida que depois desta iniciativa ou declaração que estejam «criadas as condições para uma solução que não agrave Coimbra e a Figueira da Foz».

Entretanto, em comunicado, a REFER explicou que a interrupção de tráfego será apenas num troço via Cantanhede onde passam apenas três composições por dia.

Quanto à ligação entre Coimbra e a Figueira da Foz, ela continua a ser assegurada por uma outra linha onde circulam diariamente cerca de 23 composições.

Desde domingo, estão a ser utilizados por parte da CP autocarros para fazer a ligação entre Coimbra e a Figueira da Foz.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Junta de Freguesia da Tocha


Habitantes da aldeia contam com o apoio da autarquia na reivindicação de um túnel na Via Regional

Os moradores da localidade de Escoural, que se uniram contra a interrupção da estrada local que atravessa a aldeia provocada pela construção da Via Regional n.oº 335-1 que liga Cantanhede à Tocha, reuniram, sexta-feira passada à noite, com o executivo da Junta de Freguesia da Tocha. O objectivo era sensibilizar os autarcas para os transtornos que a população vai ter com o "corte" da principal estrada da aldeia que, segundo uma comissão de moradores constituída, obriga a população a fazer desvios de cerca de dois quilómetros para se deslocarem à sede da freguesia, entre outros inconvenientes (ler Diário de Coimbra de 31 de Dezembro).
Na referida reunião, onde estiveram cerca de 40 habitantes da aldeia de Escoural, o executivo da Junta de Freguesia, liderado pelo democrata-cristão Júlio Oliveira, mostrou-se do lado dos moradores e apoia-os na sua reivindicação, ou seja, que o projecto da Via Regional contemple, naquele local, um túnel com dois metros e meio de largura e três metros de altura, ou em alternativa, uns separadores no meio da nova via com Stop’s, por forma a que a localidade não fique dividida em duas, conforme disse ao nosso Jornal um dos elementos da comissão de moradores, responsável por um abaixo-assinado que reuniu mais de 160 assinaturas.
Há, no entanto, um senão, que a referida comissão tem de ter em conta. Mesmo com o apoio da Junta de Freguesia, que «afirma estar do nosso lado», a aceitação da reivindicação dos moradores não está dependente de Júlio Oliveira ou do seu executivo, pelo que este autarca só pôde prometer os moradores do Escoural que vai transmitir ao executivo da Câmara de Cantanhede no pressuposto de que, efectivamente, «a estrada da aldeia não pode ser interrompida».
Nesta perspectiva, confirma ao nosso Jornal o mesmo elemento da comissão, «foi-nos prometido que os técnicos camarários irão analisar a situação» e a decisão final quanto ao que fazer naquele troço da Via Regional caberá à Câmara Municipal, dona da obra.
«As coisas estão bem encaminhadas», salienta este morador, que obteve de Júlio Oliveira a promessa de uma resposta durante a semana que hoje começa.

Reunião hoje na Câmara
A verdade é que este autarca disse ao Diário de Coimbra que olha para a sua freguesia «como um todo» e não para este problema em particular, pelo que não quer afirmar que está ao lado e a apoiar esta comissão de moradores, mas sim a «compreender» as suas reivindicações. Júlio Oliveira, aliás, reconhece que a Via Regional «divide a aldeia». Por isso afirma que o problema não será resolvido «só se não for tecnicamente possível». Hoje mesmo, segunda-feira, o autarca da freguesia vai reunir com João Pais de Moura e os serviços técnicos camarários para tentar obter uma resposta que possa satisfazer as populações da aldeia.
Conforme o Diário de Coimbra noticiou no último dia do ano passado, o presidente da Câmara está sensível ao problema suscitado pelos moradores do Escoural através do abaixo-assinado, e revelou ao nosso Jornal que as questões apresentadas pela comissão «estão a merecer da minha parte a melhor atenção». João Moura disse ter o dossier em mãos e garantiu estar a estudá-lo detalhadamente, sendo certo – avançou - «que iremos apresentar uma solução técnica e financeiramente viável para serem ultrapassados os eventuais constrangimentos que, segundo os promotores do abaixo-assinado, estarão a afectar alguns moradores».

FONTE

sábado, 3 de janeiro de 2009

Definitivos e provisórios



Os mais velhos certamente se lembrarão de duas marcas de cigarros que salvo melhor opinião já não estão no mercado. Hoje não vos vou falar de fumaças, até porque nenhum colunável foi apanhado a fumar num avião ou num casino. Lembrei-me das marcas de cigarros, quando li esta noticia, porque temo que o tempo incerto de provisório se torne definitivo.
Todos sabemos sobretudo os que todos os dias os usam, que o concelho de Cantanhede é muito mal servido em termos de transportes públicos. às viaturas a pedir reforma, acrescentamos os comboios a passo de caracol e o facto de a partir das 20 horas sair de Cantanhede só em viatura própria.
Sabemos quantas vezes, os responsáveis pela CP sempre apoiados pelo governo em exercício têm sonhado fechar esta linha. As poucas circulações existentes são a prova do que aqui escrevemos. Agora a coberto de uma reivindicação de todos os que são servidos pela linha, tememos que um governo que fez da sua bandeira fechar a torto e a direito, dê o golpe de misericórdia no ramal.
Sabemos que na devida altura, um grupo de cidadãos criou uma associação de Defesa da Linha, é tempo de fazer uma reunião e exigir da tutela certezas e não respostas vagas, que só servem para nos fazer pensar que neste caso como noutros é preciso ler nas entrelinhas, porque muito se faz pela calada.

Ramal sem comboios por tempo incerto


00h30m
NELSON MORAIS
A partir de segunda-feira, os comboios vão deixar de circular no degradado ramal da Figueira da Foz, "por imperativas razões de segurança". Mas o Governo garante que o encerramento da linha é "temporário".

Apesar da garantia, nem a Secretaria de Estado dos Transportes (SET), nem a CP, nem a Refer adiantaram, ontem, qualquer prazo para a conclusão das obras que hão-de repor a segurança no ramal, que liga a Figueira da Foz à Pampilhosa (concelho da Mealhada), ao longo de 50 quilómetros, e faz parte da Linha da Beira Alta.

Em resposta ao pedido de esclarecimentos do JN, a SET adiantou só que "os trabalhos de reabilitação serão iniciados em breve. Tão cedo quanto a conclusão dos respectivos estudos e os procedimentos concursais o permitam".

Há anos que as condições de circulação no ramal são más. Tão más que os comboios de hoje demoram-se mais entre a Figueira e a Pampilhosa (quase duas horas) do que demorou a viagem inaugural (65 minutos), em 1881, em que participou D. Carlos, lembrou ontem o presidente da Câmara da Mealhada, Carlos Cabral, que lamentou ter sido informado do fecho do ramal por via do comunicado enviado à imprensa, ontem à tarde, pela CP.

A 27 de Outubro de 2007, a secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, anunciou que a requalificação do ramal já constava do plano de investimentos da Refer de 2008. Porém, no ano passado, só ali houve "melhoria das condições de segurança em passagens de nível", reconheceu ontem a SET.

Através da assessora Carla Fernandes, a SET prometeu que é agora que a Refer vai repor a segurança no caminho-de-ferro. E, em simultâneo, vai "preparar uma requalificação mais profunda, que está dependente de definições da futura plataforma logística da Figueira da Foz, da responsabilidade de vários municípios".

"Esta requalificação constitui uma prioridade política fixada pela tutela e constante das orientações estratégicas para os sectores ferroviário, marítimo-portuário e logísticio", frisou a SET, tendo em vista a futura articulação do Porto da Figueira da Foz com este ramal, que, além de ser um troço da Linha da Beira Alta, entronca com a Linha do Norte e atravessa quatro concelhos (Figueira, Montemor, Cantanhede e Mealhada).

Enquanto os comboios não regressarem ao ramal, os utentes vão dispor, em alternativa e com a mesma frequência, de autocarros. Estes vão partir da Figueira da Foz, diariamente, às 6.12 horas, 12.15 e 19.02, e chegar à Pampilhosa, respectivamente, às 8 horas, 14.03 e 20.50. Em sentido inverso, as partidas vão ter lugar às 7.15 horas, 13.13 e 19.55, e as chegadas às 9.03 horas, 15.01 e 21.43.

Fonte: JN
Ver Também aqui

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Cantanhede




Caminito




Pelo direito à saúde




Um ano depois do encerramento da «urgência» decretado pelo então ministro da Saúde, Correia de Campos, e dezenas de acções de protesto volvidas, o Hospital de Anadia está actualmente requalificado, sem protocolo assinado com a Câmara.
O presidente da autarquia, Litério Marques, que há um ano assumiu «por dever cívico» a contestação popular, afirma-se receptivo a «assinar um protocolo que defenda os interesses dos anadienses», sem explicitar o que isso seja.
José Paixão, que desde então deu rosto ao descontentamento das populações, organizado no denominado movimento «Unidos pela Saúde», está contra e garante que, se houver protocolo, pelo menos a sua voz se fará ouvir, em ano de eleições.
«Onde o protocolo foi assinado, como em Cantanhede e Estarreja, está por cumprir, enquanto os melhoramentos têm chegado ao Hospital de Anadia, sem protocolo nenhum», justifica.
O esforço na requalificação do Hospital José Luciano de Castro é reconhecido pelo líder do movimento, bem como a qualidade do serviço da consulta aberta, que substituiu a «urgência», o que contribui para que a contestação se vá esbatendo.
Se juntarmos a esta noticia os dados recentemente revelados e que nos dão contam que os portugueses continuam a recorrer muito aos serviços de urgência dos hospitais, mas os centros de saúde fazem cada vez menos atendimentos não programados. Em 2007, enquanto as urgências hospitalares voltaram a aumentar, ainda que a um ritmo moderado, o número de consultas em Serviços de Atendimento Permanente (SAP) dos centros de saúde diminuiu perto de 11 por cento em comparação com 2006. Ficamos plenamente convencidos que as medidas que o governo implementou e pensa implementar na área da saúde, para além de prejudicarem gravemente a população são um autêntico fiasco em termos de gestão.

Em Cantanhede a diminuição da qualidade em termos de saúde é notória apesar das tentativas dos responsáveis pela área. Correias de transmissão do partido, baralham os números de forma a tentar fazer crer que os serviços funcionam.

A negociata PS/ PSD para além de criar constantes confusões nos acessos aos serviços de saúde, não é uma verdadeira urgência, limitando-se os serviços a meras consultas e muito ou a totalidade do que antes era resolvido no Hospital de Cantanhede encaminhado para Coimbra.
As compensações que PSD e PS traziam na cartola para desmobilizar a revolta popular que se avizinhava, tardam em ser implementadas, pois este governo e os políticos do sistema, muito prometem mas pouco cumprem.

O surto de gripe que tivemos nos últimos dias veio provar as debilidades do serviço de saúde português. As horas de espera foram enormes, os serviços entupiram e só por passes de magica se podem fazer declarações como as proferidas pelo Director do Centro de Saúde Cantanhede, felizmente não estive no Centro nos últimos dias, mas azar o meu sempre que lá me dirijo o tempo de espera, nunca é de meia hora mas sim de uma hora ou mais, mas a febre que acompanhou o surto de gripe baralhou as contas e fez com que em declarações ao Diário de Coimbra, o director tenha dito que o serviço de consulta aberta ainda não «entupiu», mas o tempo de espera dos doentes chega a ser «entre 1h30 e 2h00», enquanto que em situações, ditas normais, é de meia hora por cada utente. Enfim, palavras para quê!

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Mensagem de Boas Novas


Olá pessoal!

Apenas aproveito a deixa de há pouco e também eu vos saúdo.

Penso que a imagem diz tudo...

Até breve!!!

Carson's

O espaço e o tempo


Bom Fim de Ano e melhor começo em 2009


Centro de Saúde de Cantanhede reforçado com um médico

A epidemia de gripe que atinge Portugal levou a que o Centro de Saúde de Cantanhede tivesse de reforçar o atendimento clínico com mais um médico, visto que o fluxo de utentes aumentou em mais de 30% nos últimos dias.

O director do Centro de Saúde de Cantanhede, Carlos Ordens, explicou que nos últimos dias registou-se um aumento de fluxo às consultas na ordem dos «30% a 40%».

Nesta época, o normal de atendimentos de doentes por gripe é de 150, mas desde a semana passada que o centro recebeu «cerca de 220 pacientes», frisou Carlos Ordens.

Por esta razão os responsáveis viram-se obrigados a reforçar a equipa médica com mais um clínico, situação que se deverá manter até dia 2 de Janeiro, dado que o surto de gripe coincide com férias e folgas de médicos.


Em declarações ao Diário de Coimbra, o director frisou ainda que o serviço de consulta aberta ainda não «entupiu», mas o tempo de espera dos doentes chega a ser «entre 1h30 e 2h00», enquanto que em situações, ditas normais, é de meia hora por cada utente.

Fonte: Regional

domingo, 28 de dezembro de 2008

Os assaltos a residências poderão ter crescido em 2008 entre 4 a 5% face ao ano transacto.


Os dados recolhidos pela PSP e pela GNR apontam para que o número de assaltos a residências regresse ao nível de 2006 (23.314 assaltos) depois de em 2007 ter recuado (menos 990 assaltos), com apenas 22.324 ocorrências. (...)


As forças de segurança não desresponsabilizam os proprietários das casas assaltas, já que muitas das vezes os assaltos são conseguidos devido a incúria ou descuido dos próprios proprietários.

"Grande parte destes crimes no interior das habitações [são] concretizados por descuido dos proprietários", diz o comissário Paulo Flor, acrescentando que "muitas das vezes começam no facto de os proprietários não trancarem as portas quando se ausentam por breves minutos ou, quando estão no seu interior, não terem o vício positivo de as trancar".

Nós sabemos que o Sr. Comissário tem que ter o mesmo discurso que os sistema, caso contrário fica retido na carreira ou corre mesmo o risco de ser reformado compulsivamente, como aconteceu a um seu colega que teve a coragem de dizer que a imigração tinha contribuído para o aumento da criminalidade.
Mas nós contrariamente a muitos que se acomodaram ou que colaboram com sistema não temos medo de dizer a verdade porque só ela é verdadeiramente revolucionária.

A responsabilidade do aumento dos assaltos a residências deve-se unicamente ao sistema e ás suas politicas de combate e prevenção da criminalidade.