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sábado, 10 de julho de 2010

Folk Cantanhede

Noite Bulgara, fantástica com danças e comidas saborosas.

Fruto do seu trabalho de duas décadas e meia, o Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede, conquistou um importante espaço no panorama da cultura tradicional portuguesa, que começa a extravasar e se afirma cada vez mais no plano internacional.
O FOLK Cantanhede - Semana Internacional de Folclore é uma iniciativa que foi lançada pelo Cancioneiro de Cantanhede, no ano de 2006, assente em valores primordiais da vida, como é a "Paz" e a "Alegria" entre os povos, num ambiente fraterno que não destingue raças, ideologias e religiões.
Projectar a cidade de Cantanhede no país e no mundo, foi outro dos objectivos pretendidos pela Comissão Executiva do FOLK Cantanhede, ao apresentar, logo à nascença, a sua candidatura ao CIOFF. Neste contexto, após duas edições, os propósitos foram conseguidos, de acordo com a Comissão Técnica do CIOFF Portugal. Após realizar a sua terceira edição com igual sucesso, recebe em 11 de Novembro de 2008 na Turquia, das mãos do Presidente Internacional o Certificado de FESTIVAL CIOFF. Assim em 2009 a bandeira do CIOFF foi pela primeira vez, hasteada na Cidade de Cantanhede.
Fonte: Cancioneiro de Cantanhede

sábado, 19 de junho de 2010

Comissão política do Partido Socialista


O Deputado Vitor Batista veio a Cantanhede dar posse à recem eleita Comissão política do Partido Socialista de Cantanhede.

Novo Formato


Caros amigos, este blog foi concebido para que partilhassem (um grupo de amigos) as mais diversas correntes políticas que defendessem os interesses de Cantanhede. Tivemos muitos colaboradores mas que acabaram por não partilhar as suas ideias. Por essa razão decidi torná-lo singular e pessoal. Um abraço a todos os que partilharam este espaço. Irei versar assuntos que gosto.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Município de Cantanhede tem graves problemas financeiros


Escrito por José Carlos Silva
Cantanhede
“Município tem graves problemas financeirose de endividamento”
O financiamento de 16 milhões de euros proposto pelo executivo camarário de Cantanhede para o saneamento financeiro da autarquia, aprovado na última reunião da Assembleia Municipal, foi fortemente criticado pelos deputados da bancada socialista. Apesar de se absterem na votação, os socialistas não deixaram de referir que tal plano de saneamento financeiro demonstra, claramente, um município «com graves problemas financeiros» e «graves problemas de endividamento».Na sua declaração de voto, os socialistas lembram o que referiram «inúmeras vezes no último mandato», ou seja, que a Câmara «tinha esgotado a sua capacidade de endividamento» de médio e longo prazo. Pelo contrário, sublinhou o líder da bancada socialista, «este executivo sempre quis passar a mensagem e a imagem de boa saúde financeira do município». Os socialistas lembraram, ainda, que no anterior mandato, «mas pelo mesmo executivo», a Câmara já tinha contratado um empréstimo de 7,5 milhões de euros e leasings imobiliários «para a construção dos parques desportivos».Os deputados da oposição chegaram mesmo a citar o documento do plano de saneamento financeiro elaborado pelo executivo de João Moura, onde se diz que o município está impedido «por imperativo legal» de recorrer a empréstimos para a realização de investimentos «porque não respeita, em 30 de Novembro, os limites de endividamento líquido e de médio e longo prazo». E na página seguinte do documento, lembram os socialistas, diz-se que a Câmara de Cantanhede tem um problema de desequilíbrio conjuntural de tesouraria «que só pode resolver com o recurso a uma operação de saneamento financeiro».Neste documento, de acordo com os deputados da bancada socialista, «vem espelhado» o montante de quase 30 milhões de euros de dívidas de curto, médio e longo prazo, «possuindo a Câmara e a Inova (empresa municipal) um passivo de 54 milhões de euros».Os socialistas esmiuçaram o passivo do município e verificaram que em apenas 11 meses «as dívidas a fornecedores de curto prazo aumentaram quase 10 milhões de euros», e sustentam que com este plano de saneamento os próximos 12 anos ficarão hipotecados. «Ficará a Câmara a ter de pagar à banca mais de dois milhões de euros por ano só relativamente a este empréstimo», acusam.E caso o Tribunal de Contas aprove este plano, afirmam os socialistas, o município de Cantanhede estará obrigado a um conjunto de medidas tendentes ao reequilíbrio financeiro, nomeadamente medidas de contenção da despesa corrente e despesa com o pessoal. E perguntam: «Como pensa este executivo reduzir a despesa corrente e a despesa com o pessoal?».“Poupança do município a decrescer”Finalmente, a bancada socialista “usou” o próprio esclarecimento do autor do estudo do plano de saneamento financeiro (encomendado pela Câmara), o qual referiu que este empréstimo «não se destina a investimento, é apenas para “arrumar a casa”, pagar as dívidas de curto prazo, transferindo esse pagamento para médio/longo prazo, dos 12 anos previstos pelo empréstimo».Relativamente ao orçamento e opções do plano para 2010, a bancada socialista afirma que o executivo camarário apresenta um orçamento com um crescimento negativo de 2% «relativamente ao orçamento corrigido de 2009» e garante que a despesa corrente «continua a crescer e a poupança do município a decrescer». Ou seja, para os socialistas, o equilíbrio orçamental «é conseguido através da venda de bens de investimento no valor de 17 milhões de euros».Quanto às grandes opções do plano, os socialistas não têm dúvidas: «Assiste-se ao adiar de obras», como a construção da Escola de Artes de Cantanhede e do Auditório Municipal; a variante de Febres «que já vem desde o ano 2000», a circular urbana de Cantanhede, a requalificação da zona envolvente à nascente dos Olhos de Fervença… «Obras que não serão feitas em 2010, pois a maior parte delas aparece com a quantia de 1 euro».

16 milhões são absolutamentecruciais para aproveitar QRENO PSD declarou que a operação de saneamento financeiro que a Câmara de Cantanhede se propõe realizar «é um acto de gestão normal» e que deve ser interpretado à luz do actual quadro «de fortes limitações» com que as autarquias estão confrontadas «para disporem de fontes de financiamento destinadas a investimento».Trata-se – defende o PSD – de proceder à reestruturação da dívida, no sentido de a reprogramar do curto para o médio e longo prazo. «Com esta medida mantém-se o valor total da dívida e obtém--se um encaixe financeiro de 16 milhões de euros que cria condições para a autarquia tirar bom partido dos fundos comunitários do QREN», justifica o PSD, acrescentando que, neste contexto, os 16 milhões que a autarquia vai dispor com a operação de saneamento financeiro «são absolutamente cruciais para aproveitar as oportunidades de financiamento aprovado pelo QREN», uma vez que as comparticipações comunitárias, «só chegam aos cofres da autarquia numa fase posterior». Nesta perspectiva, o executivo camarário (PSD) recorda que o município tem aprovadas ou em vias de aprovação pelo QREN «candidaturas relativas a investimentos na ordem dos 30 milhões» e, nesta óptica, «tem de ter ao seu dispor fundos próprios para avançar com a sua execução».Quanto ao orçamento, o PSD contrapõe que este [orçamento] reflecte, claramente, «um grande esforço no sentido de limitar as despesas correntes ao cumprimento das funções que competem à autarquia» e a preocupação «em prosseguir com o programa de investimentos em importantes infra-estruturas e equipamentos colectivos. J.C.S.

Fonte: Diário de Coimbra

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Professor do ano


Professor do ano foi aquele que, com depressão profunda, persistiu em ensinar o melhor que sabia e conseguia os seus 80 alunos.

Professor do ano foi aquela que tinha cancro e deu as suas aulas até morrer.


Professor do ano foi aquela que leccionou a 200 km de casa e só viu os filhos e o marido ao fim de semana.


Professor do ano foi aquela que abandonou o marido e foi com a menina de 3 anos para um quarto alugado. Como tinha aulas à noite, a menina esperava dormindo nos sofás da sala dos professores.


Professor do ano foi aquele que comprou o material do seu bolso porque as crianças não podiam e a escola não dava.


Professor do ano foi aquele que, em cima de todo o seu trabalho, preparou acções de formação e se expôs partilhando o seu saber e os seus materiais.


Professor do ano foi aquela que teve 5 turmas e 3 níveis diferentes.


Professor do ano foi aquele que pagou para trabalhar só para que lhe contassem mais uns dias de serviço.


Professor do ano foi aquele que fez mestrado suportando todos os custos e sacrificando todos os fins-de-semana com a família.


Professor do ano foi aquele que foi agredido e voltou no dia seguinte.


Professor do ano foi aquele que sacrificou os intervalos e as horas de refeição para tirar mais umas dúvidas.


Professor do ano foi aquele que organizou uma visita de estudo mesmo sabendo que Jorge Pedreira considerava que ele estava a faltar.


Professor do ano foi aquele que continuou a motivar os alunos depois de ser indignamente tratado pelos seus superiores do ME.


Professor do ano foi aquele que se manifestou ao sábado sacrificando um direito para preservar os seus alunos.


Professor do ano foi aquele presidente de executivo que viveu o ano entre o dever absurdo, a pressão e a escola a que quer bem, os colegas que estima.


Professor do ano... tanto professor do ano.


Professores do ano, todo o ano, fomos todos nós, professores, que o continuamos a ser mesmo após uma divisão absurda.

domingo, 25 de outubro de 2009

Mide Plácido - exposição de pintura







Exposição fantástica de se ver, esta que está patente na Casa Municipal da Cultura em Cantanhede. Um conjunto de quarenta trabalhos criados a partir de vários suportes (restos) com resíduos e objectos velhos, formando um todo homogéneo, onde ressalta a cor castanha e ocre. Tenho acompanhado o trabalho de Mide e constato que está em plena vitalidade o seu processo de trabalho. Atrevo-me a dizer que se encontra ao melhor do que se faz em Portugal.

Cantanhede


quarta-feira, 11 de março de 2009

A bela Lua Cheia


O Luar quando Bate na Relva


O luar quando bate na relva

Não sei que cousa me lembra...

Lembra-me a voz da criada velha

Contando-me contos de fadas.

E de como Nossa Senhora vestida de mendiga

Andava à noite nas estradas

Socorrendo as crianças maltratadas ...

Se eu já não posso crer que isso é verdade,

Para que bate o luar na relva?

Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema XIX" Heterónimo de Fernando Pessoa